Letra de No Meu Mate, os Teus Olhos - Os Mateadores
Disco A
01
Coisas do Tchê
02
O Potro da Estancia
03
Chinoca Menina Flor
04
Mágoa de Tropeiro
05
Bolicheiro de Vila
06
Depois da Lida
07
Vanera da Restinga Funda
08
Baile das Negra Touro
09
No Meu Mate, os Teus Olhos
10
Flor de Rodeio
11
Postais da Infância
12
Baile da Ramada
13
Meu Cavalo
14
Galope do Mouro
15
Carreteiro da Ilusão
16
Sou Quexo Duro
No Meu Mate, os Teus Olhos
Ao pé do braseiro, aquento a saudade
Que aos poucos invade minhas horas de ausência
Solito mateio o calor dos teus beijos
No louco desejo de ter tua essência
E vejo no verde da erva do mate
Teu olhar que rebate a esperança que trago
Preciso ir além desse mundo de sonhos
Encontrar teu risonho recanto de afagos
(assim eu aprumo a emoção do momento
No rouco lamento do verde no fim
Te amando em soluços num mate de estribo
Talvez o motivo que voltes pra mim
Sorver nos teus olhos a seiva do amargo
É beber da ilusão desse sonho carancho
Na busca constante pra ter-te comigo
Ao calor do braseiro aqui neste rancho
Quando as cinzas da alma se acendem em anseios
Parando em rodeios nos campos da mente
Eu vejo mais lindo no riso da espuma
Teu olhar que então ruma aos olhos da gente)
Eu vejo mais lindo no riso da espuma
Teu olhar que então ruma aos olhos da gente
Que aos poucos invade minhas horas de ausência
Solito mateio o calor dos teus beijos
No louco desejo de ter tua essência
E vejo no verde da erva do mate
Teu olhar que rebate a esperança que trago
Preciso ir além desse mundo de sonhos
Encontrar teu risonho recanto de afagos
(assim eu aprumo a emoção do momento
No rouco lamento do verde no fim
Te amando em soluços num mate de estribo
Talvez o motivo que voltes pra mim
Sorver nos teus olhos a seiva do amargo
É beber da ilusão desse sonho carancho
Na busca constante pra ter-te comigo
Ao calor do braseiro aqui neste rancho
Quando as cinzas da alma se acendem em anseios
Parando em rodeios nos campos da mente
Eu vejo mais lindo no riso da espuma
Teu olhar que então ruma aos olhos da gente)
Eu vejo mais lindo no riso da espuma
Teu olhar que então ruma aos olhos da gente