Letra de Telmo de Lima dos Versos Freitas - Luiz Carlos Borges
Disco A
01
Encontro Com a Milonga
02
Pantanal
03
Modinha pro Moda
04
Campo Grande
05
Vandalismo
06
Sou Matogrossense
07
Canto a São Borja
08
Miranda
09
Telmo de Lima dos Versos Freitas
10
Caminhos de Toledo
11
Sob a Aba do Meu Chapéu
12
Fronteiras do Iguaçu
13
Tricolor dos Pampas
14
Charla de Natal
15
En Santo Tomé
Telmo de Lima dos Versos Freitas
Um ser de barro que foi soprado
E fez o fogo da madeira que soprou
Tem o perfume de rosa e gado
Em cada quadra de cantiga que cantou
Telmo de Lima dos versos Freitas
Capim rasteiro que do nada se criou
Por missioneiro, ganhou o mundo
E por poeta e cantador nos encantou
Em cada verso, copla ou cantiga
Acende a chama em cada um que lhe escutar
E inaugura um tempo novo
Fogão que nunca, em tempo algum vai se apagar
E inaugura um tempo novo
Fogão que nunca, em tempo algum vai se apagar
O velho Telmo, beira de fogo
Um causo antigo, ronda em noite de luar
Um peito largo, galpão de abrigo
E uma viola sempre pronta pra chorar
Telmo caingangue, índio da terra
Telmo avoengo, temperado em tempo rude
Tamanha a alma, tamanho o canto
E um coração ainda repleto de inquietude
Tamanha a alma, tamanho o canto
E um coração ainda repleto de inquietude
Como eu queria, meu menestrel
A maestria com que tranças a canções
Alma guasqueira, que tu desquinas
Tento por tento na lonca das emoções
Homem gaúcho, aura e semblante
Bota e bombacha, mate amargo e tradição
Telmo de Lima dos versos Freitas
Com mãos de mago tira sons do coração
Telmo de Lima dos versos Freitas
Com mãos de mago tira sons do coração
O velho Telmo, beira de fogo
Um causo antigo, ronda em noite de luar
Um peito largo, galpão de abrigo
E uma viola sempre pronta pra chorar
Telmo caingangue, índio da terra
Telmo avoengo, temperado em tempo rude
Tamanha a alma, tamanho o canto
E um coração ainda repleto de inquietude
Tamanha a alma, tamanho o canto
E um coração ainda repleto de inquietude
E um coração ainda repleto de inquietude
E um coração ainda repleto de inquietude
E um coração ainda repleto de inquietude
E fez o fogo da madeira que soprou
Tem o perfume de rosa e gado
Em cada quadra de cantiga que cantou
Telmo de Lima dos versos Freitas
Capim rasteiro que do nada se criou
Por missioneiro, ganhou o mundo
E por poeta e cantador nos encantou
Em cada verso, copla ou cantiga
Acende a chama em cada um que lhe escutar
E inaugura um tempo novo
Fogão que nunca, em tempo algum vai se apagar
E inaugura um tempo novo
Fogão que nunca, em tempo algum vai se apagar
O velho Telmo, beira de fogo
Um causo antigo, ronda em noite de luar
Um peito largo, galpão de abrigo
E uma viola sempre pronta pra chorar
Telmo caingangue, índio da terra
Telmo avoengo, temperado em tempo rude
Tamanha a alma, tamanho o canto
E um coração ainda repleto de inquietude
Tamanha a alma, tamanho o canto
E um coração ainda repleto de inquietude
Como eu queria, meu menestrel
A maestria com que tranças a canções
Alma guasqueira, que tu desquinas
Tento por tento na lonca das emoções
Homem gaúcho, aura e semblante
Bota e bombacha, mate amargo e tradição
Telmo de Lima dos versos Freitas
Com mãos de mago tira sons do coração
Telmo de Lima dos versos Freitas
Com mãos de mago tira sons do coração
O velho Telmo, beira de fogo
Um causo antigo, ronda em noite de luar
Um peito largo, galpão de abrigo
E uma viola sempre pronta pra chorar
Telmo caingangue, índio da terra
Telmo avoengo, temperado em tempo rude
Tamanha a alma, tamanho o canto
E um coração ainda repleto de inquietude
Tamanha a alma, tamanho o canto
E um coração ainda repleto de inquietude
E um coração ainda repleto de inquietude
E um coração ainda repleto de inquietude
E um coração ainda repleto de inquietude