Letra de Pantanal - Luiz Carlos Borges
Disco A
01
Encontro Com a Milonga
02
Pantanal
03
Modinha pro Moda
04
Campo Grande
05
Vandalismo
06
Sou Matogrossense
07
Canto a São Borja
08
Miranda
09
Telmo de Lima dos Versos Freitas
10
Caminhos de Toledo
11
Sob a Aba do Meu Chapéu
12
Fronteiras do Iguaçu
13
Tricolor dos Pampas
14
Charla de Natal
15
En Santo Tomé
Pantanal
O azul vai pintando a lagoa, é a cor do bonito aguapé
Cochilando na beira das águas, fera mansa, o senhor jacaré
Tuiuiú fez seu ninho no galho nos mostrando quanto a mãe é boa
Garça branca vestida de noiva pede paz revoando a lagoa.
Não há nada mais bonito não existe nada igual
Ao querido mato grosso e ao bonito pantanal.
Na copa das arvores altas ronaca grosso o bugio namorando
E na costa do verde bonito, capivara e veado pastando
O tahã sentinela das aves abre o bico se vê movimento
Colhereiro nos fundo das águas vai lavrando e colhendo o sustento.
Não há nada mais bonito não existe nada igual
Ao querido mato grosso e ao bonito pantanal.
Biguatinga mergulha nas águas, traz no bico mais um lambari
Interrompe o passeio tranqüilo do pintado e do surubi
Dona arara mais que barulhenta pinta as matas e o céu de repente
Na conversa que tem entre elas pede aos homens respeito com a gente.
Meu querido mato grosso meu bonito pantanal.
O homem já esta crescido deixou de ser animal.
Cochilando na beira das águas, fera mansa, o senhor jacaré
Tuiuiú fez seu ninho no galho nos mostrando quanto a mãe é boa
Garça branca vestida de noiva pede paz revoando a lagoa.
Não há nada mais bonito não existe nada igual
Ao querido mato grosso e ao bonito pantanal.
Na copa das arvores altas ronaca grosso o bugio namorando
E na costa do verde bonito, capivara e veado pastando
O tahã sentinela das aves abre o bico se vê movimento
Colhereiro nos fundo das águas vai lavrando e colhendo o sustento.
Não há nada mais bonito não existe nada igual
Ao querido mato grosso e ao bonito pantanal.
Biguatinga mergulha nas águas, traz no bico mais um lambari
Interrompe o passeio tranqüilo do pintado e do surubi
Dona arara mais que barulhenta pinta as matas e o céu de repente
Na conversa que tem entre elas pede aos homens respeito com a gente.
Meu querido mato grosso meu bonito pantanal.
O homem já esta crescido deixou de ser animal.