Letra de Quero-quero - Osvaldir e Carlos Magrão
Disco A
01
O Bar Recanto Nativo
02
A Música do Velho
03
Quero-quero
04
Lembranças
05
Botando De Apá
06
Velho Rio Grande
07
Vida de Cabelos Brancos
08
Pensando em Você
09
Deus é Assim
10
Estressada
11
Lavoura de Sonhos
12
Pilares (Miro Saldanha {ed. Vertical})
13
Ecos Da Tradição
14
Nas Manhãs Do Sul Do Mundo (Daniel Lucena)
Quero-quero
João Pantaleão / Oswaldir
Salves tu quero-quero do meu pago
Ave guerreira sentinela das coxilhas
Sempre presente no calor dos entreveros
Testemunhando as mais sangrentas guerrilhas
Grito estridente revivendo pelos campo
O som vibrante do clarim dos farroupilhas.
Quero-quero as estampa campesina
Velho parceiro do nosso pago sem luxo
Tem sob as asas dois ferrões, pontas de lança
Fibra na alma e bravuras de gaúcho;
És fiel guasca que peleia até morrer
E não se abate na fumaça do cartucho.
Quero-quero és bravura do rio grande
Guardião do ago, posteiro da nossa gente
Lenda viva da grande pampa gaucha
A La pucha que bicho guapo e valente.
Quero-quero bem é astuto e caborteiro
Voa rasante sobre quem se aproxima
Deixa seu ninho camuflado na macega
Como despiste vai pousar noutro lugar.
Passa a vida defendendo o próprio chão
Impõe respeito quando se para gritar.
O quero-quero veio ao mundo pra pelear
E não dar alce pro inimigo mais austero
Igual a ele vou peleando por aí
Defendendo a pampa e a arte que venero.
De peito aberto vou cantando mundo a fora
Com essa garra que nos vem do quero-quero.
Salves tu quero-quero do meu pago
Ave guerreira sentinela das coxilhas
Sempre presente no calor dos entreveros
Testemunhando as mais sangrentas guerrilhas
Grito estridente revivendo pelos campo
O som vibrante do clarim dos farroupilhas.
Quero-quero as estampa campesina
Velho parceiro do nosso pago sem luxo
Tem sob as asas dois ferrões, pontas de lança
Fibra na alma e bravuras de gaúcho;
És fiel guasca que peleia até morrer
E não se abate na fumaça do cartucho.
Quero-quero és bravura do rio grande
Guardião do ago, posteiro da nossa gente
Lenda viva da grande pampa gaucha
A La pucha que bicho guapo e valente.
Quero-quero bem é astuto e caborteiro
Voa rasante sobre quem se aproxima
Deixa seu ninho camuflado na macega
Como despiste vai pousar noutro lugar.
Passa a vida defendendo o próprio chão
Impõe respeito quando se para gritar.
O quero-quero veio ao mundo pra pelear
E não dar alce pro inimigo mais austero
Igual a ele vou peleando por aí
Defendendo a pampa e a arte que venero.
De peito aberto vou cantando mundo a fora
Com essa garra que nos vem do quero-quero.