Letra de Homem Rural (Cenair Maicá) - Osvaldir e Carlos Magrão
Disco A
01
Gaúcho Amigo (Teixeirinha)
02
Meu Canto (Adair De Freitas)
03
Terra Que Canto (Luiz Menezes)
04
Recuerdos da 28 (Knelmo Freitas E Chico Alves)
05
Horizontes (flávio Bicca)
06
Cevando o Amargo (Lupicínio Rodrigues)
07
Sangue de Gaúcho (Adelar Bertussi e Honeyde Bertussi)
08
Homem Rural (Cenair Maicá)
09
Vento Negro (Fogaça)
10
Deixando o Pago (Vitor Ramil)
11
Cantando a Minha Palmeira (Odalgiro Correa e José Mendes)
12
Três Companheiros (José Batista Da Costa)
13
Segredos do Meu Cambicho (Dorotéo Fagundes E José Atanássio)
14
Prenda Minha (Folclore)
Homem Rural (Cenair Maicá)
Trabalhando, trabalhando não viu a vida passar
O suor que regou a terra nem sementes viu brotar
Trabalhando, esperando enfrentando chuva e sol
Enxada na terra alheia nunca traz dia melhor.
Assim a geada dos anos foi lhe branqueando a melena
E este homem rural, hoje é peão de suas penas.
E este homem rural, hoje é peão de suas penas.
"E quando as ervas campeiras, já não me curam as feridas
Perdido na capital, na esperança de mais vida."
Chegou, ficou e esperou por uma mão estendida,
Por que o deixam tão só, por que lhe negam guarida.
Por que o deixam tão só, por que lhe negam guarida.
De que vale tanta ciência para o pobre agricultor
Quando a própria previdência, o esqueceu num corredor.
Quando a própria previdência, o esqueceu num corredor.
Esperando, esperando enfrentando chuva e sol
Enxada na terra alheia nunca traz dia melhor.
Esperando, esperando por uma mão estendida
Por que lhe deixam tão só porque lhe negam guarida.
Por que lhe deixam tão só porque lhe negam guarida
O suor que regou a terra nem sementes viu brotar
Trabalhando, esperando enfrentando chuva e sol
Enxada na terra alheia nunca traz dia melhor.
Assim a geada dos anos foi lhe branqueando a melena
E este homem rural, hoje é peão de suas penas.
E este homem rural, hoje é peão de suas penas.
"E quando as ervas campeiras, já não me curam as feridas
Perdido na capital, na esperança de mais vida."
Chegou, ficou e esperou por uma mão estendida,
Por que o deixam tão só, por que lhe negam guarida.
Por que o deixam tão só, por que lhe negam guarida.
De que vale tanta ciência para o pobre agricultor
Quando a própria previdência, o esqueceu num corredor.
Quando a própria previdência, o esqueceu num corredor.
Esperando, esperando enfrentando chuva e sol
Enxada na terra alheia nunca traz dia melhor.
Esperando, esperando por uma mão estendida
Por que lhe deixam tão só porque lhe negam guarida.
Por que lhe deixam tão só porque lhe negam guarida