Letra de Recuerdos da 28 (Knelmo Freitas E Chico Alves) - Osvaldir e Carlos Magrão
Disco A
01
Gaúcho Amigo (Teixeirinha)
02
Meu Canto (Adair De Freitas)
03
Terra Que Canto (Luiz Menezes)
04
Recuerdos da 28 (Knelmo Freitas E Chico Alves)
05
Horizontes (flávio Bicca)
06
Cevando o Amargo (Lupicínio Rodrigues)
07
Sangue de Gaúcho (Adelar Bertussi e Honeyde Bertussi)
08
Homem Rural (Cenair Maicá)
09
Vento Negro (Fogaça)
10
Deixando o Pago (Vitor Ramil)
11
Cantando a Minha Palmeira (Odalgiro Correa e José Mendes)
12
Três Companheiros (José Batista Da Costa)
13
Segredos do Meu Cambicho (Dorotéo Fagundes E José Atanássio)
14
Prenda Minha (Folclore)
Recuerdos da 28 (Knelmo Freitas E Chico Alves)
De vez em quando quando boto a mão nos cobre
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia
Eu sou de longe, onde chove e não goteia
Não tenho medo de potro, nem macho que compadreia.
Boleio a perna e vou direto pro retoço
Quanto mais quente o alvoroço, muito mais me sinto afoito
E o chinaredo, que de muito me conhece
Sabe que pedindo desce, meu facão na "28"
Remancheio num boteco ali nos trilhos
Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilho
Ouço mugindo o barulho da cordeona
E a velha porca rabona, retoçando no salão
Quem nunca falta é um índio curto e grosso
De apelido Pescoço, da rabona o querendão.
Entro na sala no meio da confusão
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão
Quase sempre chego assim meio com sede
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede.
E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito:
-Me serve um liso daquela que mata o guarda!
E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito:
-Me serve um liso daquela que mata o guarda!)
Guardo o trabuco empanturrado de bala
Meu facão, chapéu e pala e com licença, vou dançar
Nestes fandangos, levo a guaiaca recheada
Danço com a melhor china, que me importa de pagar!
O meu cavalo, deixo atado no palanque
Só não quero que ele manque quando terminar a farra
A milicada sempre vem fora de hora
Mas eu saio porta afora, só quero ver quem me agarra
Desde piazito, a polícia não espero
Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero
Desde piazito, a polícia não espero
Se estoura a reboldosa me tapo de quero-quero.
Não existe china pobre, nem garçom de cara feia
Eu sou de longe, onde chove e não goteia
Não tenho medo de potro, nem macho que compadreia.
Boleio a perna e vou direto pro retoço
Quanto mais quente o alvoroço, muito mais me sinto afoito
E o chinaredo, que de muito me conhece
Sabe que pedindo desce, meu facão na "28"
Remancheio num boteco ali nos trilhos
Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilho
Ouço mugindo o barulho da cordeona
E a velha porca rabona, retoçando no salão
Quem nunca falta é um índio curto e grosso
De apelido Pescoço, da rabona o querendão.
Entro na sala no meio da confusão
Fico meio atarantado que nem cusco em procissão
Quase sempre chego assim meio com sede
Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede.
E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito:
-Me serve um liso daquela que mata o guarda!
E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito:
-Me serve um liso daquela que mata o guarda!)
Guardo o trabuco empanturrado de bala
Meu facão, chapéu e pala e com licença, vou dançar
Nestes fandangos, levo a guaiaca recheada
Danço com a melhor china, que me importa de pagar!
O meu cavalo, deixo atado no palanque
Só não quero que ele manque quando terminar a farra
A milicada sempre vem fora de hora
Mas eu saio porta afora, só quero ver quem me agarra
Desde piazito, a polícia não espero
Se estoura a reboldosa, me tapo de quero-quero
Desde piazito, a polícia não espero
Se estoura a reboldosa me tapo de quero-quero.