Letra de No Lombo do Luar - Os Monarcas
Disco A
01
Brasil de Bombacha
02
Na Baixada do Manduca
03
O Trem da Saudade
04
O Vento
05
No Lombo do Luar
06
Tô no Rodeio
07
Chorar Por Amor Nunca Mais
08
Chiquita
09
Tô Voltando Pra Ficar
10
Cá no Fim do Mundo
11
Saudades do Paraná
12
Doce Amargo do Amor
13
Coisas Que Eu Vi
14
Quanta Vanera
15
Batendo água
No Lombo do Luar
Cada vez que o pensamento se solta a vaguear solito
O olhar se perde nas brumas da imensidão do infinito
Corto a noite pelo meio, montando a lua prateada
Que solto a pastorejar nas barras da madrugada
Nas barras da madrugada
Se a estrada é nova
Faço crescente as ânsias
Pois se é cheia a inspiração
São minguantes as distâncias
Quem nunca cruzou a noite sobre o lombo do luar
Não entende os motivos que me fazer estradear
E nestas noites de ronda onde o silêncio flutua
Vou rendendo um sonho antigo, a cada quarto de lua
A cada quarto de lua
A crescente e a minguante são as melhores de encilha
Pois a cheia, por devalve, corre a chincha "pras virilha"
Quando encilho a lua nova, boto o laço a bater cola
Por delgado aperto a chincha até unir as argolas
Até unir as argolas
Se a estrada é nova
Faço crescente as ânsias
Pois se é cheia a inspiração
São minguantes as distâncias
Quem nunca cruzou a noite sobre o lombo do luar
Não entende os motivos que me fazer estradear
E nestas noites de ronda onde o silêncio flutua
Vou rendendo um sonho antigo, a cada quarto de lua
A cada quarto de lua
Sempre no fim da jornada, o sol se achega e apeia
E vem emprenhar de luzes o ventre da lua cheia
Do outro lado do mundo, algum parceiro de andanças
Me traz a lua de volta sempre que a noite me alcança
Sempre que a noite me alcança
Se a estrada é nova
Faço crescente as ânsias
Pois se é cheia a inspiração
São minguantes as distâncias
Quem nunca cruzou a noite sobre o lombo do luar
Não entende os motivos que me fazer estradear
E nestas noites de ronda onde o silêncio flutua
Vou rendendo um sonho antigo, a cada quarto de lua
A cada quarto de lua
O olhar se perde nas brumas da imensidão do infinito
Corto a noite pelo meio, montando a lua prateada
Que solto a pastorejar nas barras da madrugada
Nas barras da madrugada
Se a estrada é nova
Faço crescente as ânsias
Pois se é cheia a inspiração
São minguantes as distâncias
Quem nunca cruzou a noite sobre o lombo do luar
Não entende os motivos que me fazer estradear
E nestas noites de ronda onde o silêncio flutua
Vou rendendo um sonho antigo, a cada quarto de lua
A cada quarto de lua
A crescente e a minguante são as melhores de encilha
Pois a cheia, por devalve, corre a chincha "pras virilha"
Quando encilho a lua nova, boto o laço a bater cola
Por delgado aperto a chincha até unir as argolas
Até unir as argolas
Se a estrada é nova
Faço crescente as ânsias
Pois se é cheia a inspiração
São minguantes as distâncias
Quem nunca cruzou a noite sobre o lombo do luar
Não entende os motivos que me fazer estradear
E nestas noites de ronda onde o silêncio flutua
Vou rendendo um sonho antigo, a cada quarto de lua
A cada quarto de lua
Sempre no fim da jornada, o sol se achega e apeia
E vem emprenhar de luzes o ventre da lua cheia
Do outro lado do mundo, algum parceiro de andanças
Me traz a lua de volta sempre que a noite me alcança
Sempre que a noite me alcança
Se a estrada é nova
Faço crescente as ânsias
Pois se é cheia a inspiração
São minguantes as distâncias
Quem nunca cruzou a noite sobre o lombo do luar
Não entende os motivos que me fazer estradear
E nestas noites de ronda onde o silêncio flutua
Vou rendendo um sonho antigo, a cada quarto de lua
A cada quarto de lua