Letra de Canto do Índio Velho - Berenice Azambuja

Canto do Índio Velho

Quanta água na garupa
Quanta alegria no peito
Do pelêgo faço a cama
Pra deitar com muito jeito

Pra sonhar com quem se ama
A gente sempre dá um jeito
Amarro a dor na garupa
Encosto a viola no peito

Vou contar nestes meus versos
A vida que me topou
Indio velho de bombacha
Que a morte não pialou

Não temo meu inimigo
Nuca ajoelhei por vencido
Peleio com a própria morte
Enfrento qualquer perigo

Como é que um gaúcho forte
Assim como eu tão vivido
Escravizado se entrega
A um amor proibido

Mil vezes morre um covarde
Nem mesmo Deus lhe chamou
Minha vida põe em aspas
Pois a morte não me achou
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