Letra de Pra os Dias Que Vêm - Luiz Marenco
Disco A
01
Quando o Verso Vem Pras Casa
02
De Volta de uma Tropeada
03
Milongão Pra Assobiar Desencilhando
04
Batendo Água
05
Enchendo os Olhos de Campo
06
De Boca em Boca
07
Pra os Dias Que Vêm
08
Senhor das Manhãs de Maio
09
Quando a Alma Volta Pra Terra
10
Pra o Meu Consumo
11
Onde Andará
12
Aos Olhos da Terra
13
Estâncias da Fronteira
14
Pra Contrariar a Quietude
15
Saudade do Meu Cavalo
16
Este Jeito de Domingo
Pra os Dias Que Vêm
O tempo insiste, me cobra seu preço
Das coisas que ontem a vida me deu
Não sabe que a vida se mostra a seu modo
Do jeito mais simples, que a alma aprendeu
Me bastam silêncios, me apego a distâncias
Cavalo de tiro e estrelas de esporas
Um claro horizonte com rumo de estrada
E vistas que alargam meus olhos de agora
Meu tempo é de hoje, pra sempre me leva
No tranco do baio de cada manhã
Pois domo meus potros com mãos de paciência
E amanso a querência, prevendo o amanhã
Lembrança de um tempo que adoça a alma
E amarga a saudade, teimando em marcar
O hoje tem jeito de adeus e passado
Que cruza depressa, sem desencilhar
Componho meus dias, por esta existência
Antiga e tão minha, que ao tempo remoçam
Meus olhos de estrada campeiam o amanhã
Tentando ser ontem, embora não possam
Meu pingo é de hoje, pra sempre me leva
Na calma dos bastos, no tranco que tem
Encilho meus baios, com jeito e tenência
E cuido a querência, pra os dias que vêm
Das coisas que ontem a vida me deu
Não sabe que a vida se mostra a seu modo
Do jeito mais simples, que a alma aprendeu
Me bastam silêncios, me apego a distâncias
Cavalo de tiro e estrelas de esporas
Um claro horizonte com rumo de estrada
E vistas que alargam meus olhos de agora
Meu tempo é de hoje, pra sempre me leva
No tranco do baio de cada manhã
Pois domo meus potros com mãos de paciência
E amanso a querência, prevendo o amanhã
Lembrança de um tempo que adoça a alma
E amarga a saudade, teimando em marcar
O hoje tem jeito de adeus e passado
Que cruza depressa, sem desencilhar
Componho meus dias, por esta existência
Antiga e tão minha, que ao tempo remoçam
Meus olhos de estrada campeiam o amanhã
Tentando ser ontem, embora não possam
Meu pingo é de hoje, pra sempre me leva
Na calma dos bastos, no tranco que tem
Encilho meus baios, com jeito e tenência
E cuido a querência, pra os dias que vêm