Letra de Lá Onde Moro - Tchê Chaleira
Disco A
01
Tchê Chaleira Chegou
02
Gavião
03
Eu, o Copo e a Solidão
04
Alto Relevo
05
Cachaca, Mulher e Gaia
06
Pega Pega
07
Pra Você
08
Nós Dois
09
Por Causa Dela
10
Juntos, Mas Distantes
11
Pode Chorar
12
Fica Comigo
13
A Fila Anda
14
Lá Onde Moro
15
Caso Encerrado
16
Juro
17
Vida de Campo
18
Perdi a Caixa Preta
19
Encerramento - Instrumental
20
Extra - Pra Agradecer
Lá Onde Moro
Lá onde eu moro é um rincão abençoado
E a natureza tem a própria mão de deus
A minha gente tem um sorriso na cara
E uma pessoa ilumina os passos meus.
De manhã cedo a sinfonia das aves
Desperta o mato na canção madrugadeira
A bicharada que acorda junto comigo
São meus amigos nesta vida galponeira
Na estrebaria tem uma junta de bois
Parelha firme puxando certa na verga
Força e arado revirando a terra boa
Canhada e cerro onde a fartura se enxerga
Fim-de-semana se reúne a vizinhança
Para um causo bueno jogo de osso e carpetada
Baile gaucho num rancho de chão batido
E uma cordeona atravessa a madrugada.
Em frente ao rancho tem uma figueira grande
Que empresta a sombra para os causos no terreiro
Onde mateio tranqüilo nos fins de tarde
Fazendo planos enquanto fecho um palheiro.
A gauchada na fuzarca domingueira
Forma carreira la no fundo do potreiro
Cavaloe homem na moldura da paisagem
Retrato vivo do meu rio grande campeiro.
Pra quem chegar lá no rincão a onde moro
Não use luxo nem leve má intensão
Leve um abraço e um sorriso muito fraco
Que é só o que basta pra lhe estender a mão.
E a natureza tem a própria mão de deus
A minha gente tem um sorriso na cara
E uma pessoa ilumina os passos meus.
De manhã cedo a sinfonia das aves
Desperta o mato na canção madrugadeira
A bicharada que acorda junto comigo
São meus amigos nesta vida galponeira
Na estrebaria tem uma junta de bois
Parelha firme puxando certa na verga
Força e arado revirando a terra boa
Canhada e cerro onde a fartura se enxerga
Fim-de-semana se reúne a vizinhança
Para um causo bueno jogo de osso e carpetada
Baile gaucho num rancho de chão batido
E uma cordeona atravessa a madrugada.
Em frente ao rancho tem uma figueira grande
Que empresta a sombra para os causos no terreiro
Onde mateio tranqüilo nos fins de tarde
Fazendo planos enquanto fecho um palheiro.
A gauchada na fuzarca domingueira
Forma carreira la no fundo do potreiro
Cavaloe homem na moldura da paisagem
Retrato vivo do meu rio grande campeiro.
Pra quem chegar lá no rincão a onde moro
Não use luxo nem leve má intensão
Leve um abraço e um sorriso muito fraco
Que é só o que basta pra lhe estender a mão.