Letra de Cepa Missioneira - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Da Marca Antiga
02
Paisagens Perdidas
03
Aí Vem O Pé No Chão
04
Águas Claras
05
Rio De Minha Infância
06
Costume Misioneiro
07
Tronqueiras De Santo Augusto
08
Hô De Casa
09
Um Canto Para Atahualpa
10
Noite Missioneira
11
Fundo De Campo
12
Herdeiro De Dom Mandico
13
Cheiro De Galpão
13
Cheiro De Galpão
14
Da Terra Nasceram Gritos
15
Missioneiro Marca Touro
16
Cepa Missioneira
17
Gana Missioneira
18
Baile Do Sapucay
19
Aurora Da Liberdade
20
Cantor Das Águas
Cepa Missioneira
Da velha cepa missioneira
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
sou seiva pura de uma raça que não morre
do sangue corre através das gerações
a força viva e secular do nativismo
no atavismo deste povo, das missões
da velha cepa missioneira
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
quando canto, sinto o cheiro da minha terra
tropel de guerra pelo verde dos ervais
a passarada anunciando a primavera
quando se espera sinfonia pela paz
da velha cepa missioneira
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
vejo a morada pelos olhos da morena
manhãs serenas ao se abrir nos horizontes
lá pelos montes o silêncio dos caminhos
todo carinho dos nossos peitos amantes
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
sou seiva pura de uma raça que não morre
do sangue corre através das gerações
a força viva e secular do nativismo
no atavismo deste povo, das missões
da velha cepa missioneira
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
quando canto, sinto o cheiro da minha terra
tropel de guerra pelo verde dos ervais
a passarada anunciando a primavera
quando se espera sinfonia pela paz
da velha cepa missioneira
trago na alma a querência onde nasci
as turbulências das enchentes do uruguai
um sapucay nesta garganta guarani
as turbulências das enchentes do uruguai
e um sapucay nesta garganta guarani
vejo a morada pelos olhos da morena
manhãs serenas ao se abrir nos horizontes
lá pelos montes o silêncio dos caminhos
todo carinho dos nossos peitos amantes