Letra de Surungaço Costeiro - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Payada-de Costeiro Pra Costeiro
02
Gana Missioneira
03
Da Marca Antiga
04
Aí Vem O Pé No Chão
05
Renascer
06
Meu Pago
07
De Esvaziá Cadeira
08
Baile Do Sapucay
09
Cantor Das águas
10
No Bufo Duma Vaneira
11
Última Tarefa
12
Surungaço Costeiro
13
Varando O Uruguai à Remo
14
Razão De Ser Costeiro
15
Um Canto à Colônia Antiga
16
Los Cañeros De Missiones
17
Amigos Do Rio Uruguai
Surungaço Costeiro
Nunca vi nada mais lindo e coisa melhor nÃo ai
que um surungo a moda antiga nas barrancas do uruguai
um candieiro fumacento que balanÇa mas nÃo cai
a oito soco num canto, brincando de vem e vai
eu que nasci na barranca e me criei piraguando
bailezito costeiro... xuliava de vez em quando
sapucai rasgando a noite...e amores de contrabando
como era lindo de ver a gauchada baguala
marcando xote e vaneira nos quatro canto da sala
a daga cinchando o mango, mordendo as franjas do pala
no`assoalho riscos de esporas, no tÉto furos de bala
no meio da madrugada um indio prendia o grito
dizendo que na cozinha esperava um cafezito
velho cardÁpio crioulo vinha bem misturadito
feijÃo com charque mechido com guerrudo e bolo frito
trago no peito a saudade, dum surungaÇo costeiro
tambÉm a lembranÇa buena, do meu cambixo primeiro
um som manhoso de gaita, a meia luz de um candieiro
É surungo a moda antiga, na alma de um missioneiro
que um surungo a moda antiga nas barrancas do uruguai
um candieiro fumacento que balanÇa mas nÃo cai
a oito soco num canto, brincando de vem e vai
eu que nasci na barranca e me criei piraguando
bailezito costeiro... xuliava de vez em quando
sapucai rasgando a noite...e amores de contrabando
como era lindo de ver a gauchada baguala
marcando xote e vaneira nos quatro canto da sala
a daga cinchando o mango, mordendo as franjas do pala
no`assoalho riscos de esporas, no tÉto furos de bala
no meio da madrugada um indio prendia o grito
dizendo que na cozinha esperava um cafezito
velho cardÁpio crioulo vinha bem misturadito
feijÃo com charque mechido com guerrudo e bolo frito
trago no peito a saudade, dum surungaÇo costeiro
tambÉm a lembranÇa buena, do meu cambixo primeiro
um som manhoso de gaita, a meia luz de um candieiro
É surungo a moda antiga, na alma de um missioneiro