Letra de É Assim Que Eu Sou - Gildo de Freitas
Lado A
01
Eu Não Sou Convencido
02
É Assim Que Eu Sou
03
Pinheiro Sagrado
04
Espantem a Tristeza
05
Show do Gildo
06
Retorno do Papai
Lado B
01
Homem Feio e Sem Coragem não Possui Mulher Bonita
02
Lembrança do Passado
03
Mulher Aventureira
04
Trova do Gildo
05
Pedidos de um Gaúcho
06
Eu Reconheço Que Sou Um Grosso
É Assim Que Eu Sou
Sou composto de dois lados, um é bom o outro é ruim
Não é defeito do corpo, eu gosto de ser assim
O que presta e o que não presta, terão sempre o mesmo fim
Sou ruim porque não deixo, pisarem em cima de mim
-Me sinto bem como eu sou, a minha mania é está
Sou servidor dos amigos, sei alegrar qualquer festa
Pra defender o pequeno, eu quebro o chapéu na testa
Só uso o lado ruim, quando o sujeito não presta
Não vou atrás de fuxico, nem gosto de lero-lero
As pessoas que se humilham, são as que eu mais considero
Pra quem faz e aconteço, eu lhe chamo cá te espero
Ganho bem e me govérno, faço da vida o que eu quero
-Não tenho medo da morte, se um dia ela vier
A natureza me trouxe, me leve quando quizer
Jamais dobro a espinha, pras esses tipo qualquer
Só me entrego pra carinho, quando gosto da mulher
Assim mesmo nem por elas, eu nunca fui governado
Gosto delas porque sei, cumprir meu dever sagrado
Respeito a china que eu gosto, pra também ser respeitado
E a não ser de meu pai, nunca curri de barbado
-Não sou de muita confiança, nem como nada enrolado
Eu preciso dizer isso, porque ando ameaçado
Eu sou redondo e não perco pra qualquer tipo quadrado
É na hora do perigo, que eu rolo pra qualquer lado
Vou dar o meu endereço, onde o Gildo de Freitas mora
No bairro da agronomia, o resto eu explico agora
Na parada vinte dois, eu atendo a qualquer hora
Sendo puro pode entrar, se não for fique lá fora
em tambor de galo puro, mestiço não calça espora...
Não é defeito do corpo, eu gosto de ser assim
O que presta e o que não presta, terão sempre o mesmo fim
Sou ruim porque não deixo, pisarem em cima de mim
-Me sinto bem como eu sou, a minha mania é está
Sou servidor dos amigos, sei alegrar qualquer festa
Pra defender o pequeno, eu quebro o chapéu na testa
Só uso o lado ruim, quando o sujeito não presta
Não vou atrás de fuxico, nem gosto de lero-lero
As pessoas que se humilham, são as que eu mais considero
Pra quem faz e aconteço, eu lhe chamo cá te espero
Ganho bem e me govérno, faço da vida o que eu quero
-Não tenho medo da morte, se um dia ela vier
A natureza me trouxe, me leve quando quizer
Jamais dobro a espinha, pras esses tipo qualquer
Só me entrego pra carinho, quando gosto da mulher
Assim mesmo nem por elas, eu nunca fui governado
Gosto delas porque sei, cumprir meu dever sagrado
Respeito a china que eu gosto, pra também ser respeitado
E a não ser de meu pai, nunca curri de barbado
-Não sou de muita confiança, nem como nada enrolado
Eu preciso dizer isso, porque ando ameaçado
Eu sou redondo e não perco pra qualquer tipo quadrado
É na hora do perigo, que eu rolo pra qualquer lado
Vou dar o meu endereço, onde o Gildo de Freitas mora
No bairro da agronomia, o resto eu explico agora
Na parada vinte dois, eu atendo a qualquer hora
Sendo puro pode entrar, se não for fique lá fora
em tambor de galo puro, mestiço não calça espora...