Letra de Cruz de Valente - Elton Saldanha
Disco A
01
Uma Gaita Toca Um Hino
02
Bugio Na Estância Da Harmonia
03
Até A Paz De Poncho Verde
04
Na Tumba De Um Herói
05
Gaiteiro de Barraca
06
Epopéia Farroupilha
07
Semana Da Pátria Gaúcha
08
Lanceiros Negros
09
Lenço Farroupilha
10
Cruz de Valente
11
Noite Dos Farroupilhas
12
Marinheiros Farrapos
Cruz de Valente
Vê se tu enxerga, solita na beira da estrada
Uma cruz alta cravada, bem na quina da coxilha
Ali está um valente que morreu, e o rio grande engrandeceu, no tempo dos farroupilhas
Eufrázio silva, um taura humilde daqui,
Tinha sangue bandeirante, mesclado com guarani
Pra honrar a nossa cria, ficou morto no relento
Enquanto o grande bento, caiu preso na bahia
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Essa cruz, essa cruz, é uma cruz de guerra
Ali eu vejo um valente, que tombou, por nossa terra
Hoje solito, naquela capela guapa,
A cruz lendária farrapa, vai criando tantas lendas
Tremulam velas, na tristeza dessa tela,
E as flores que as donzelas vão trazer em oferendas
Parece um quadro, pintado no fim da tarde,
Quando um taura sem alarde, traz no olhar uma centelha
Bolhei a perna, na prece tire o chapéu,
Solito bombiando o céu, ao pé de sacro se ajoelha
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Essa cruz, essa cruz, é uma cruz de guerra
Ali eu vejo um valente, que tombou, por nossa terra
Eufrázio silva, escuta as magoas e as dores,
Dos tauras nos corredores, peleando com o destino
Não ta sozinho, na tua cama parceiro,
Pois na cruz um joão barreio vem cantar e fazer ninho
E quando cruzo por essa cruz farropilha,
Em minha alma brilha o sol dos dias incertos,
Vejo o rio grande retratado nessa cruz,
Espargindo amor e luz, sempre de braços abertos
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Essa cruz, essa cruz, é uma cruz de guerra
Ali eu vejo um valente, que tombou, por nossa terra
Uma cruz alta cravada, bem na quina da coxilha
Ali está um valente que morreu, e o rio grande engrandeceu, no tempo dos farroupilhas
Eufrázio silva, um taura humilde daqui,
Tinha sangue bandeirante, mesclado com guarani
Pra honrar a nossa cria, ficou morto no relento
Enquanto o grande bento, caiu preso na bahia
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Essa cruz, essa cruz, é uma cruz de guerra
Ali eu vejo um valente, que tombou, por nossa terra
Hoje solito, naquela capela guapa,
A cruz lendária farrapa, vai criando tantas lendas
Tremulam velas, na tristeza dessa tela,
E as flores que as donzelas vão trazer em oferendas
Parece um quadro, pintado no fim da tarde,
Quando um taura sem alarde, traz no olhar uma centelha
Bolhei a perna, na prece tire o chapéu,
Solito bombiando o céu, ao pé de sacro se ajoelha
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Essa cruz, essa cruz, é uma cruz de guerra
Ali eu vejo um valente, que tombou, por nossa terra
Eufrázio silva, escuta as magoas e as dores,
Dos tauras nos corredores, peleando com o destino
Não ta sozinho, na tua cama parceiro,
Pois na cruz um joão barreio vem cantar e fazer ninho
E quando cruzo por essa cruz farropilha,
Em minha alma brilha o sol dos dias incertos,
Vejo o rio grande retratado nessa cruz,
Espargindo amor e luz, sempre de braços abertos
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Tira o teu chapéu campeiro, pro herói da nossa gente
A cruz da beira da estrada, é uma cruz de valente
Essa cruz, essa cruz, é uma cruz de guerra
Ali eu vejo um valente, que tombou, por nossa terra