Letra de Das Minhas Fronteiras - Cesar Oliveira e Rogério Melo
Disco A
01
Refrão de Pampa e Guitarra
02
Tropilha e Ginetes
03
De Campo e Alma
04
O Porquê Dessas Milongas
05
Quando Se "agranda" Um Fronteiro
06
No Rastro De Uma Milonga
07
Décima De "bandeá" Tropa
08
Das Minhas Fronteiras
09
Meu Zaino Estrêlo
10
Da Poesia Do Meu Viver
11
De Tempo e Tropa
12
Refugando o Mundo Novo
13
Machaço Confronto
Das Minhas Fronteiras
Qualquer dia eu junto as garras
Encilho o mouro e fecho as casas
Alço a perna do destino que se vai
As estradas são caminhos
Por onde sonhos e espinhos
Traçam rumos desiguais
O meu mouro tem um sonho igual ao meu
De ser livre não importa onde se vá
Nem que tenha que bandeá o Uruguai a nado
Pra achar o que perdi do lado de cá
E num galope de adeus
O aceno dos meus
Pelo olhar das porteiras
E a minha alma se aninha
Por não saber destas linhas
Das minhas próprias fronteiras.
Uma lágrima gaviona
Molha o meu rosto e se adona
E simplesmente se vai
Na cacimba das retinas
Ausências brotam rimas
Pra regar o Uruguai
E se um dia eu me extraviar
Pelos caminhos deste mundo
E o meu mouro der de rédeas pra voltar
Hei de afinar minha guitarra
Pelos cantos da cigarra
Que me esperam pra matear
E as estradas me contemplam ao partir
Num silêncio que aperta o coração
Sou mais um paisano triste
Que solito ainda insiste
Em buscar outro rincão.
Encilho o mouro e fecho as casas
Alço a perna do destino que se vai
As estradas são caminhos
Por onde sonhos e espinhos
Traçam rumos desiguais
O meu mouro tem um sonho igual ao meu
De ser livre não importa onde se vá
Nem que tenha que bandeá o Uruguai a nado
Pra achar o que perdi do lado de cá
E num galope de adeus
O aceno dos meus
Pelo olhar das porteiras
E a minha alma se aninha
Por não saber destas linhas
Das minhas próprias fronteiras.
Uma lágrima gaviona
Molha o meu rosto e se adona
E simplesmente se vai
Na cacimba das retinas
Ausências brotam rimas
Pra regar o Uruguai
E se um dia eu me extraviar
Pelos caminhos deste mundo
E o meu mouro der de rédeas pra voltar
Hei de afinar minha guitarra
Pelos cantos da cigarra
Que me esperam pra matear
E as estradas me contemplam ao partir
Num silêncio que aperta o coração
Sou mais um paisano triste
Que solito ainda insiste
Em buscar outro rincão.