Letra de Do Cerne da Terra - Júlio Saldanha
Disco A
01
Do Cerne da Terra
02
Flor do Sul
03
Correntina
04
Aguadas
05
Meu Abrigo de Emoção
06
Linhadas do Coração
07
Canção de Amor e Rio
08
Amigos do Rio Uruguai
09
Senhoras do Pampa
10
Lamento de um Rio
11
"Crassificando" as Morena
12
Prelúdio Para um Encontro de Almas
13
Barco Perdido
14
Noite de Geada
15
Inverno dos Meus Sonhos
16
Ôco do Chão
17
A Vida Pela Voz de um Cantador
18
De Pai Para Filho
Do Cerne da Terra
Matei a sede na vertende das canhadas
Que brotam frias das raízes do capim
Forjando a templa que carrego como marca
Dos que cruzaram por aqui antes de mim
Se sou herdeiro desde chão que nos abriga
Esta canção quero cantar pra ti
Agradecer a sombra amiga deste mato
E a cada amigo que plantei aqui
O mesmo rio que nos divide, mata sede
A mesma terra dividida, mata a fome
Por que razão plantar fronteiras e tapumes
Se os corações são iguais em cada homem
Que se acendem nessa noite as labaredas
Que nos aqueçam o angigo e o tarumã
Das mesmas terras brotem outros com mais viço
Para aquecer os pescadores do amanhã
Que brotam frias das raízes do capim
Forjando a templa que carrego como marca
Dos que cruzaram por aqui antes de mim
Se sou herdeiro desde chão que nos abriga
Esta canção quero cantar pra ti
Agradecer a sombra amiga deste mato
E a cada amigo que plantei aqui
O mesmo rio que nos divide, mata sede
A mesma terra dividida, mata a fome
Por que razão plantar fronteiras e tapumes
Se os corações são iguais em cada homem
Que se acendem nessa noite as labaredas
Que nos aqueçam o angigo e o tarumã
Das mesmas terras brotem outros com mais viço
Para aquecer os pescadores do amanhã