Letra de A Copla de Assoviar Solito - Wilson Paim
Disco A
01
Marcas Do Que Se Foi
02
Te Amo
03
Parabéns a Você
04
Parabéns Crioulo
05
Está Chegando a Hora
06
Valsa das Debutantes
07
A Copla de Assoviar Solito
08
Mamãe
09
Deus Abençoe as Crianças
10
Coelhinho da Páscoa
11
Boas Festas
12
Canção da Criança
13
Valsa da Despedida
14
Hino Rio-grandense
15
As Cortinas Dos Olhos
16
Hino Rio-grandense (instrumental)
A Copla de Assoviar Solito
Meu pai um dia me fazia moço
E me levando para camperear
Assoviava qualquer coisa doce
Como se fosse de luz de luar
Aquela copla que não era um hino
E era simples e era só sua
Ia amansando nossa vida adulta
Ia adoçando duas almas puras
A copla terna que meu pai trazia
Não transcendia para alguém mais eu
Era a essência do lugar da arte
Ensimesmada no seu próprio ser
Não se achegava ao redor do fogo
Nem vinha junto pro galpão da estância
Era parceira apenas campo afora
Só sem querer me acalentava a infância
Hoje a lo largo na cidade grande
Quando vagueio a procurar por mim
Me dou de conta assoviando a esmo
E me interrompo sem chegar ao fim
A minha copla de assoviar sólito
Tropeando ruas numa relembrança
É aquela mesma que meu pai trazia
Que estranhamente me deixou de herança
A copla terna que meu pai trazia
Não transcendia para alguém mais eu
Era a essência do lugar da arte
Ensimesmada no seu próprio ser
Não se achegava ao redor do fogo
Nem vinha junto pro galpão da estância
Era parceira apenas campo afora
Só sem querer me acalentava a infância
E me levando para camperear
Assoviava qualquer coisa doce
Como se fosse de luz de luar
Aquela copla que não era um hino
E era simples e era só sua
Ia amansando nossa vida adulta
Ia adoçando duas almas puras
A copla terna que meu pai trazia
Não transcendia para alguém mais eu
Era a essência do lugar da arte
Ensimesmada no seu próprio ser
Não se achegava ao redor do fogo
Nem vinha junto pro galpão da estância
Era parceira apenas campo afora
Só sem querer me acalentava a infância
Hoje a lo largo na cidade grande
Quando vagueio a procurar por mim
Me dou de conta assoviando a esmo
E me interrompo sem chegar ao fim
A minha copla de assoviar sólito
Tropeando ruas numa relembrança
É aquela mesma que meu pai trazia
Que estranhamente me deixou de herança
A copla terna que meu pai trazia
Não transcendia para alguém mais eu
Era a essência do lugar da arte
Ensimesmada no seu próprio ser
Não se achegava ao redor do fogo
Nem vinha junto pro galpão da estância
Era parceira apenas campo afora
Só sem querer me acalentava a infância