Letra de Tropeando Lembranças - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Enchendo A Alma De Vaneira
02
Meu Jeitão De Missioneiro
03
E O Dinheiro Vai
04
Domador Por Destino
05
Tropeando Lembranças
06
Chimarreando Só
07
Por Ela
08
Beber E Chorar
09
Amando Em Segredo
10
Perdi O Juízo
11
A Chama De Um Viver
12
Meu Nome é Tchê
13
Amor Bandido
14
Pra Dona Do Meu Coração
15
Vaneira Vai
Tropeando Lembranças
O dia amanhece levanta a peonada pra lida pesada ou aparte
da tropa,
o índio campeiro de pingo encilhado, repontando o gado, a
saudade galopa.
trazendo lembranças de um dia tropeiro, um sonho
estradeiro com o vento se foi,
deixando no tempo um passado de glória, na poeira uma
história de cavalo e boi.
se um dia a cidade num sonho teatino
me fez do destino um a realidade.
de quando menino tropiei pensamentos,
vivendo momentos que restam saudades.
É no entardecer que a lembrança aperta, a porteira aberta
e o gado passando.
relincha o cavalo, late a cachorrada, se olho pra estrada
me vejo tropeando.
essas reminiscências de peão da lida, de vida sofrida com
idade avançada,
tesouro guardado no fundo peito que é meu por direito e eu
não troco por nada.
da tropa,
o índio campeiro de pingo encilhado, repontando o gado, a
saudade galopa.
trazendo lembranças de um dia tropeiro, um sonho
estradeiro com o vento se foi,
deixando no tempo um passado de glória, na poeira uma
história de cavalo e boi.
se um dia a cidade num sonho teatino
me fez do destino um a realidade.
de quando menino tropiei pensamentos,
vivendo momentos que restam saudades.
É no entardecer que a lembrança aperta, a porteira aberta
e o gado passando.
relincha o cavalo, late a cachorrada, se olho pra estrada
me vejo tropeando.
essas reminiscências de peão da lida, de vida sofrida com
idade avançada,
tesouro guardado no fundo peito que é meu por direito e eu
não troco por nada.