Letra de De Volta Pra Querência - Xiru Missioneiro
Disco A
01
O Que Vier Pra Mim é Lucro
02
Guaxo Aporreado
03
Dançador da Bossoroca
04
Cantigas de Campo Afora
05
Costume Gaúcho
06
Caseiro
07
Pedindo Cancha
08
Gaúcho Rio Grande, Tchê
09
No Rastro das Capivara
10
Retratos do Pampa
11
Visita Pro Meu Compadre
12
Domador do Rio Grande
13
Carícias da Minha Gioconda
14
De Volta Pra Querência
15
Arrepiando Temporal
De Volta Pra Querência
Voltei no meu pago pra matar a saudade
Nos campos floridos aonde eu nasci
Ali eu passei a minha mocidade
A onde eu brinquei nos tempo de guri
Sem paia e sem fumo cambiei pra outros pagos
Em busca de um sonho abandonei a estancia
E o meu coração que partiu tristonho
Me fui contrariado chorando a distancia
Quem deixa seu pago e na tarde se vai
Atrás de progresso e mais experiência
Se obriga deixar as coisas mais preciosas
Que é a liberdade e a sua querência
Não é preciso se cambiar de pago,
Pra viver bem e ter felicidade
De nada adianta uma guaiaca cheia
E o coração chorando de saudade
O rancho de barro onde nós moirava
Ali resistindo a tantas primaveras
Dei o de casa com a voz embargada
Me disse o silencio que tava tapera
Fui num vizinho indagar dos velhinhos
Que deixei chorando ao me despedir
Me disse os teus pais a pouco tempo trás
Morreram os dois de saudade de ti
Meu coração levou um sebrunaço
Buscando ilusão por onde eu andei
Como fui ingrato com tantas pessoas
Que a minha espera chorando eu deixei
Fechei a porteira da estrada real
Na terra natal quero sempre ficar
Me vi no túnel da minha existência
Da velha querência não saio de lá.
Nos campos floridos aonde eu nasci
Ali eu passei a minha mocidade
A onde eu brinquei nos tempo de guri
Sem paia e sem fumo cambiei pra outros pagos
Em busca de um sonho abandonei a estancia
E o meu coração que partiu tristonho
Me fui contrariado chorando a distancia
Quem deixa seu pago e na tarde se vai
Atrás de progresso e mais experiência
Se obriga deixar as coisas mais preciosas
Que é a liberdade e a sua querência
Não é preciso se cambiar de pago,
Pra viver bem e ter felicidade
De nada adianta uma guaiaca cheia
E o coração chorando de saudade
O rancho de barro onde nós moirava
Ali resistindo a tantas primaveras
Dei o de casa com a voz embargada
Me disse o silencio que tava tapera
Fui num vizinho indagar dos velhinhos
Que deixei chorando ao me despedir
Me disse os teus pais a pouco tempo trás
Morreram os dois de saudade de ti
Meu coração levou um sebrunaço
Buscando ilusão por onde eu andei
Como fui ingrato com tantas pessoas
Que a minha espera chorando eu deixei
Fechei a porteira da estrada real
Na terra natal quero sempre ficar
Me vi no túnel da minha existência
Da velha querência não saio de lá.