Letra de Bela Fronteira - Eco do Minuano e Bonitinho
Disco A
01
Abertura
02
Toque de Gaita
03
O Gauchão
04
Corações Amantes
05
Barraca Armada
06
Êra Cavalo
07
Morena Brasil
08
Os Calaveiras
09
Meu Coração
10
Bugio Castelhano
11
Dos 15 aos 40
12
Eu Reconheço Que Sou Um Grosso
13
Linda Morena
14
Bela Fronteira
15
Correntina Linda
16
Chico Pança
Disco B
01
Europa
02
Pass
03
Vento Negro
04
Tatooada
05
Tico, Tico no Fubá
06
Sete Quedas
07
Mexicana
08
Brasileirinho
09
Além da Vida
10
Marchando
11
Vanera Sem Nome
12
La Chanson Pour Anna
13
El Condor Pasa
14
Sentimento
Bela Fronteira
Eu to pensando em dar um pulito na fronteira
Uma saudade me cutuca o coração
Dos tempos buenos de comer churrasco gordo
Das cantorias e dos fandangos de galpão
Café bem quente preparado na cambona
O pão campeiro com manteiga do uruguai
Ao meio dia vou comer feijão mexido
Que a mãe fazia com carinho pro meu pai
Vou pra fronteira reviver a minha infância
Talvez encontre um amor que deixei lá
Pois a lembrança da primeira namorada
Não há gaudério que não goste de lembrar
Eu não me esqueço dos meu velhos companheiros
Das serenatas e das folias de galpão
Do chinaredo que morava lá no cerro
Que se entregava pro meu toque de violão
Lá na fronteira sempre tem um bailezito
E uma cachaça fabricada em san-tomé
Se o índio é galo bebe um gole no gargalo
E sai cantando de improviso um chamamé
E um gaitaço pra acordar quem ta dormindo
E um panderaço faz baixar o santo no chão
E dele festa no rincão da tia maria
E não tem nada nem que tenha nego adão
Uma saudade me cutuca o coração
Dos tempos buenos de comer churrasco gordo
Das cantorias e dos fandangos de galpão
Café bem quente preparado na cambona
O pão campeiro com manteiga do uruguai
Ao meio dia vou comer feijão mexido
Que a mãe fazia com carinho pro meu pai
Vou pra fronteira reviver a minha infância
Talvez encontre um amor que deixei lá
Pois a lembrança da primeira namorada
Não há gaudério que não goste de lembrar
Eu não me esqueço dos meu velhos companheiros
Das serenatas e das folias de galpão
Do chinaredo que morava lá no cerro
Que se entregava pro meu toque de violão
Lá na fronteira sempre tem um bailezito
E uma cachaça fabricada em san-tomé
Se o índio é galo bebe um gole no gargalo
E sai cantando de improviso um chamamé
E um gaitaço pra acordar quem ta dormindo
E um panderaço faz baixar o santo no chão
E dele festa no rincão da tia maria
E não tem nada nem que tenha nego adão