Letra de De Pátria e Fronteira - Grupo Rodeio
Grupo Rodeio
CD Gaúchos 2007
Disco A
01
Lá Vem os Gaúchos
02
Churrasqueando
03
Sorta Cavalo
04
De Pátria e Fronteira
05
Por Nosso Campo
06
Remanchando Casório
07
Amor de Ninguém
08
Não Largo de Mão
09
Do Sul do Brasil
10
Por Ser Teu Gaúcho
11
Farrancho Bagaceira
12
Folha ao Vento
13
Namorando
14
Na Eternidade Talvez
15
Um Novo Gaúcho
16
Espelho
De Pátria e Fronteira
Um homem de estampa rude
Espada firme na mão
No alto de uma cochilha
A frente de um batalhão
Pra defesa de sua terra
Seu povo sua razão
Peleava de peito aberto
Buscando libertação
Provincianos de fazenda
Viraram homens de guerra
Nos campos que o gado berra
Respirando liberdade
Chinocas no rancho rezando
E os piás mamando saudade
E muitos tombaram peleando
Buscando a felicidade
Foram gaúchos farrapos
Bravo de lida, raça campeira
Cruzeiro de amor a terra
Marcando em guerra
Pátria e fronteira
Muitos anos se passaram
A história ainda vive em mim
Remendo em bombacha velha
Rio grande que não tem fim
Me orgulho em ser gaúcho
Descendente deste chão
Vivo semeando cultura
Pra toda tradição
Provincianos de fazenda
Viraram homens de guerra
Nos campos que o gado berra
Respirando liberdade
Chinocas no rancho rezando
E os piás mamando saudade
E muitos tombaram peleando
Buscando a felicidade
Foram gaúchos farrapos
Bravo de lida, raça campeira
Cruzeiro de amor a terra
Marcando em guerra
Pátria e fronteira
Espada firme na mão
No alto de uma cochilha
A frente de um batalhão
Pra defesa de sua terra
Seu povo sua razão
Peleava de peito aberto
Buscando libertação
Provincianos de fazenda
Viraram homens de guerra
Nos campos que o gado berra
Respirando liberdade
Chinocas no rancho rezando
E os piás mamando saudade
E muitos tombaram peleando
Buscando a felicidade
Foram gaúchos farrapos
Bravo de lida, raça campeira
Cruzeiro de amor a terra
Marcando em guerra
Pátria e fronteira
Muitos anos se passaram
A história ainda vive em mim
Remendo em bombacha velha
Rio grande que não tem fim
Me orgulho em ser gaúcho
Descendente deste chão
Vivo semeando cultura
Pra toda tradição
Provincianos de fazenda
Viraram homens de guerra
Nos campos que o gado berra
Respirando liberdade
Chinocas no rancho rezando
E os piás mamando saudade
E muitos tombaram peleando
Buscando a felicidade
Foram gaúchos farrapos
Bravo de lida, raça campeira
Cruzeiro de amor a terra
Marcando em guerra
Pátria e fronteira