Letra de História de João Manoel - Gildo de Freitas
Lado A
01
Desafio de um Paulista e um Gaúcho
02
A Vida de Rodogerio Santana
03
Não me Faças Sofrer
04
São Jorge, Seja o Meu Guia
05
São Jorge, Seja o Meu Guia
06
Inspiração de Poeta
Lado B
01
Vida Brava
02
Sem Você Não Sou Feliz
03
Rodeio Gildo de Freitas
04
História de João Manoel
05
Desafio do Padre Rubens Pilar
História de João Manoel
(Essa é a história do João Manoel, um gaúcho lá de
Santo Antonio das Missões)
Para uma falsa mulher que eu conheci
Eu entreguei o meu pobre coração
Amargamente depois me arrependi
Foi para mim a maior desilusão
Quem eu pensei que não tivesse defeito
Feriu meu pobre peito com o punhal da traição
Nunca pensei que existisse falsidade
No coração da mulher que eu tanto amei
Destruiu um sonho de felicidade
Que eu inocente muito tempo alimentei
Aquela ingrata procurou manchar meu nome
Com outro homem, não sei como eu não matei
Senti meu sangue ferver nas minhas veias
Tive vontade de matar por ser fingida
Tive vontade de morar numa cadeia
E ficar lá pro resto da minha vida
Deus foi amigo transformou meu pensamento
Reconheci pra que tamanho sofrimento
Sem merecer por uma mulher perdida
Graças a Deus não me tornei assassino
Por um momento que fiquei alucinado
Eu resolvi viajar sem ter destino
E para ela não deixei nenhum recado
Se a matasse seria injusto e mal feito
Eu creio no direito de amar sem ser amado
No meu caminho encontrei um outro amor
Que encheu a minha vida de esperança
Que curou para sempre a minha dor
E também a minha sede de vingança
Vivo feliz com quem a mim se uniu
E a mulher que o meu amor iludiu
Eu afastei para sempre da lembrança
Santo Antonio das Missões)
Para uma falsa mulher que eu conheci
Eu entreguei o meu pobre coração
Amargamente depois me arrependi
Foi para mim a maior desilusão
Quem eu pensei que não tivesse defeito
Feriu meu pobre peito com o punhal da traição
Nunca pensei que existisse falsidade
No coração da mulher que eu tanto amei
Destruiu um sonho de felicidade
Que eu inocente muito tempo alimentei
Aquela ingrata procurou manchar meu nome
Com outro homem, não sei como eu não matei
Senti meu sangue ferver nas minhas veias
Tive vontade de matar por ser fingida
Tive vontade de morar numa cadeia
E ficar lá pro resto da minha vida
Deus foi amigo transformou meu pensamento
Reconheci pra que tamanho sofrimento
Sem merecer por uma mulher perdida
Graças a Deus não me tornei assassino
Por um momento que fiquei alucinado
Eu resolvi viajar sem ter destino
E para ela não deixei nenhum recado
Se a matasse seria injusto e mal feito
Eu creio no direito de amar sem ser amado
No meu caminho encontrei um outro amor
Que encheu a minha vida de esperança
Que curou para sempre a minha dor
E também a minha sede de vingança
Vivo feliz com quem a mim se uniu
E a mulher que o meu amor iludiu
Eu afastei para sempre da lembrança