Letra de Desafio de Memórias - Gildo de Freitas
Desafio de Memórias
Locutor: senhoras e senhores neste momento
Gildo de Freitas num duelo de memórias
Com Lina Rodrigues recentemente
Chegada de Portugal canta o primeiro
Verso ela que veio de além mar.
Lina Rodrigues:
Gaúcho Gildo de Freitas
Eu não vim para vencer
Eu vim lá de Portugal
Somente para te ver
Aproveitando o ensejo
Vim aqui te conhecer
Gildo de Freitas:
Vens aqui me conhecer
E ainda me encontra vivo
Eu aqui estou às ordens
Ainda forte altivo
Porém fiquei curioso
Para saber o motivo
Lina Rodrigues:
Para saber o motivo
Tua voz eu conhecia
Só duas coisas no mundo
Que meu coração queria
Conhecer Gildo de Freitas
E o porto da Bahia
Gildo de Freitas:
Rico porto da Bahia
Coberto de encantos mil
Vais conhecer salvador
De povo puro e gentil
Por ali a tua gente
Penetrou neste Brasil
Lina Rodrigues:
Penetrou neste Brasil
Bonito e cheio de glória
Eu já vi que tu entende
Bastante da nossa historia
Vamos cantar neste assunto
Para que temos memória
Gildo de Freitas:
De fato temos memória
E vamos puxar por ela
O professor me dizia
Que era treze caravelas
Governadas a par de remos
E motor tocada a vela
Lina:
E motor tocada a velas
Saíram de Portugal
Provaram grande heroísmo
Para todos em geral
Arriscaram suas vidas
Pelo teu torrão natal
Gildo:
Tens razão este Brasil
É o meu torrão natal
A não ser a tua terra
Jamais se encontra outra igual
Por isso deus salve alma
De Pedro Álvares Cabral
Lina:
De Pedro Álvares Cabral
O famoso marinheiro
Atravessou o atlântico
Olho vivo e pé ligeiro
Para conhecer de perto
Vosso índio brasileiro
Gildo de Freitas:
Nosso índio brasileiro
Selvagem de nossa mata
Também levaram daqui
Muito ouro e muita prata
Por causa dos portugueses
O meu Brasil tem mulata
Lina Rodrigues:
E o teu Brasil tem mulata
O senhor quer gozação
Quando falou em mulata
Notei a sua feição
Que o senhor tem alguma
Dentro do seu coração
Gildo de Freitas:
Dentro do meu coração
Adivinhou com certeza
Tenho mulata alemã
Brasileira e japonesa
Tenho de todas as raças
Só me falta a portuguesa
Lina:
Só te falta a portuguesa
Agora fiquei contente
Porque eu já sou casada
Não sou mais uma inocente
Minha raça se defende
Por se muito inteligente
Gildo:
Por ser muito inteligente
Te julgas ser avançada
Mas eu já vi portugueses
Fazerem coisas erradas
Fazer tramela redonda
E fazer roda quadradas
Lina Rodrigues:
E fazer rodas quadradas
Conforme estais explicando
Pois o inventor das coisas
Sempre começa errando
Eu nasci para cantar
E nunca errei cantando
Gildo de Freitas:
Tu nunca erraste cantando
Eu gostei do teu assunto
Mas se um dia enviuvares
Reza pelo teu defunto
Me procura novamente
Pra nós dois cantarmos juntos
Gildo de Freitas num duelo de memórias
Com Lina Rodrigues recentemente
Chegada de Portugal canta o primeiro
Verso ela que veio de além mar.
Lina Rodrigues:
Gaúcho Gildo de Freitas
Eu não vim para vencer
Eu vim lá de Portugal
Somente para te ver
Aproveitando o ensejo
Vim aqui te conhecer
Gildo de Freitas:
Vens aqui me conhecer
E ainda me encontra vivo
Eu aqui estou às ordens
Ainda forte altivo
Porém fiquei curioso
Para saber o motivo
Lina Rodrigues:
Para saber o motivo
Tua voz eu conhecia
Só duas coisas no mundo
Que meu coração queria
Conhecer Gildo de Freitas
E o porto da Bahia
Gildo de Freitas:
Rico porto da Bahia
Coberto de encantos mil
Vais conhecer salvador
De povo puro e gentil
Por ali a tua gente
Penetrou neste Brasil
Lina Rodrigues:
Penetrou neste Brasil
Bonito e cheio de glória
Eu já vi que tu entende
Bastante da nossa historia
Vamos cantar neste assunto
Para que temos memória
Gildo de Freitas:
De fato temos memória
E vamos puxar por ela
O professor me dizia
Que era treze caravelas
Governadas a par de remos
E motor tocada a vela
Lina:
E motor tocada a velas
Saíram de Portugal
Provaram grande heroísmo
Para todos em geral
Arriscaram suas vidas
Pelo teu torrão natal
Gildo:
Tens razão este Brasil
É o meu torrão natal
A não ser a tua terra
Jamais se encontra outra igual
Por isso deus salve alma
De Pedro Álvares Cabral
Lina:
De Pedro Álvares Cabral
O famoso marinheiro
Atravessou o atlântico
Olho vivo e pé ligeiro
Para conhecer de perto
Vosso índio brasileiro
Gildo de Freitas:
Nosso índio brasileiro
Selvagem de nossa mata
Também levaram daqui
Muito ouro e muita prata
Por causa dos portugueses
O meu Brasil tem mulata
Lina Rodrigues:
E o teu Brasil tem mulata
O senhor quer gozação
Quando falou em mulata
Notei a sua feição
Que o senhor tem alguma
Dentro do seu coração
Gildo de Freitas:
Dentro do meu coração
Adivinhou com certeza
Tenho mulata alemã
Brasileira e japonesa
Tenho de todas as raças
Só me falta a portuguesa
Lina:
Só te falta a portuguesa
Agora fiquei contente
Porque eu já sou casada
Não sou mais uma inocente
Minha raça se defende
Por se muito inteligente
Gildo:
Por ser muito inteligente
Te julgas ser avançada
Mas eu já vi portugueses
Fazerem coisas erradas
Fazer tramela redonda
E fazer roda quadradas
Lina Rodrigues:
E fazer rodas quadradas
Conforme estais explicando
Pois o inventor das coisas
Sempre começa errando
Eu nasci para cantar
E nunca errei cantando
Gildo de Freitas:
Tu nunca erraste cantando
Eu gostei do teu assunto
Mas se um dia enviuvares
Reza pelo teu defunto
Me procura novamente
Pra nós dois cantarmos juntos