Letra de Gaudério - Luiz Carlos Borges
Disco A
01
Tropa de Osso
02
Baile de Fronteira
03
O Bugio
04
Merceditas
05
Redomona
06
De Véio Pra Véio
07
Não Chore Não
08
Vovó Polaca
09
Galpão Crioulo
10
Dom Pedro Raimundo
11
Mais um Inverno
12
Gaudério
13
Prosa de Galpão
14
Lições de Rio
15
Chamigo Raulito
16
Na Chama do Chamamé
17
La Bailanta
18
El Forasteiro
19
Dez de Setembro
Disco B
01
Chamamecero
02
Solo Livre
03
Tristeza Chamamecera
04
Km 11
05
Pedindo Cancha
06
Cacho de Uva
07
Baile de Fronteira
08
Jogo Duro
09
Carito
10
Trem Expresso
11
Apurate José
12
Com Saudade
13
Amigos do Tambo
14
Viejo Caa Caty
15
Suite Para Ana Terra
16
O Mundo Muda
17
Italiano
18
Fogo Simbólico
Gaudério
Falado:
Na estância toda semana eu campereei de sol a sol
E hoje sábado e com gama me corto vera tirana
Com duas braças de sol.
Cantando
Meu zaino negro galhardo abro o pala em cima da anca
E a larga bombacha branca sobre a badana de pardo.
Fogoso pingo estradeiro sabe onde vou e onde vai
E segue abraçando o freio a galopito no mais.
Falado:
Nas quebradas e coxilhas as canções das sangas claras
Estão pedindo silencio para os rufos do meu lenço
E o alvoroço do meu pala.
Cantando
Sobe os pastos do chão de toda quieta querência
O cheiro fino de essência chinoca e manjericão.
Falado
Chaga enfim a paisanita e diz me adeus num lindo mono
Coma graça humilde esquisita como a flor d ecinamomo.
Cantando
E no aconchego do rancho dentro da noite invernal
Paira um campeiro perfume de flor gaúcha entre o xergalo
Cai a geada e o flete relicha branquiando pelo arrepiado
Olha noite pela frincha, então osilencio é gelado.
Falado
É um frio que ninguém se arrima que hai até em noites daquelas
Neves coalhadas la em cima na pocilgas das estrelas
Cantando
E os nosso peitos amantes, o ar parece que corta
Que os fogões dos amantes...
Na estância toda semana eu campereei de sol a sol
E hoje sábado e com gama me corto vera tirana
Com duas braças de sol.
Cantando
Meu zaino negro galhardo abro o pala em cima da anca
E a larga bombacha branca sobre a badana de pardo.
Fogoso pingo estradeiro sabe onde vou e onde vai
E segue abraçando o freio a galopito no mais.
Falado:
Nas quebradas e coxilhas as canções das sangas claras
Estão pedindo silencio para os rufos do meu lenço
E o alvoroço do meu pala.
Cantando
Sobe os pastos do chão de toda quieta querência
O cheiro fino de essência chinoca e manjericão.
Falado
Chaga enfim a paisanita e diz me adeus num lindo mono
Coma graça humilde esquisita como a flor d ecinamomo.
Cantando
E no aconchego do rancho dentro da noite invernal
Paira um campeiro perfume de flor gaúcha entre o xergalo
Cai a geada e o flete relicha branquiando pelo arrepiado
Olha noite pela frincha, então osilencio é gelado.
Falado
É um frio que ninguém se arrima que hai até em noites daquelas
Neves coalhadas la em cima na pocilgas das estrelas
Cantando
E os nosso peitos amantes, o ar parece que corta
Que os fogões dos amantes...