Letra de Baile De Fronteira - Rui Biriva
Disco A
01
Abertura
02
Tchê Loco
03
Chutando o Balde
04
Das Bandas de Horizontina
05
Tô no Vaneirão
06
Mocinhas da Cidade
07
Um Bom Dia Meu Rio Grande
08
Castelhana
09
Festança Rural
10
Xote Da Amizade
11
Festança
12
Baile De Fronteira
Disco B
01
Canção do Amigo
02
Santa Helena Da Serra
03
Birivas
04
Rebanho de Agonias
05
Festa do Povo
06
Deixa Disso
07
Vamu Pegá
08
Vou Continuar
09
Tonto de Saudade
10
Quebrando Tudo
11
Pingos de Amor
12
Hino do Rio Grande
Baile De Fronteira
É num baile de fronteira que a gente pode aprender
Esse balanço safado de se dançar chamamé
Tem que ter manha no corpo pra sapatear tem que ter
Tranco de sapo baleado e jeitão de jaguaretê
Tudo começou em corrientes num baile veja você
Também se orelhava um truco que é um modo de se entreter
Um ás que sobrou na mesa bastou pra coisa ferver
A cachaça brasileira alguma culpa há de ter
Se foi tiro ou cimbronaço, pago pra ver
Deixa que venha no braço pra se entender
Se o facão marca o compasso deixa correr
Enquanto sobrar um pedaço vamo metê
O gaiteiro era buerana não deixou o baile morrer
Parou um valseado de seco e sapecou um chamamé
Ficou só um casal dançando gritando oiga-le-tê
Que por quatro ou cinco tiros não vamos se aborrecer
Dançar na ponta da adaga não é tomar tererê
Tem que cordear pros dois lados fazendo o poncho esconder
Daí surgiu esse tranco que foi até o amanhecer
Quanto mais corria bala melhor ficava pra ver
Se foi tiro ou cimbronaço, pago pra ver
Deixa que venha no braço pra se entender
Se o facão marca o compasso deixa correr
Enquanto sobrar um pedaço vamo metê
Esse balanço safado de se dançar chamamé
Tem que ter manha no corpo pra sapatear tem que ter
Tranco de sapo baleado e jeitão de jaguaretê
Tudo começou em corrientes num baile veja você
Também se orelhava um truco que é um modo de se entreter
Um ás que sobrou na mesa bastou pra coisa ferver
A cachaça brasileira alguma culpa há de ter
Se foi tiro ou cimbronaço, pago pra ver
Deixa que venha no braço pra se entender
Se o facão marca o compasso deixa correr
Enquanto sobrar um pedaço vamo metê
O gaiteiro era buerana não deixou o baile morrer
Parou um valseado de seco e sapecou um chamamé
Ficou só um casal dançando gritando oiga-le-tê
Que por quatro ou cinco tiros não vamos se aborrecer
Dançar na ponta da adaga não é tomar tererê
Tem que cordear pros dois lados fazendo o poncho esconder
Daí surgiu esse tranco que foi até o amanhecer
Quanto mais corria bala melhor ficava pra ver
Se foi tiro ou cimbronaço, pago pra ver
Deixa que venha no braço pra se entender
Se o facão marca o compasso deixa correr
Enquanto sobrar um pedaço vamo metê