Letra de Invernias - Chiquito e Bordoneio
Disco A
01
Teia de Luz
02
Roda Morena
03
Adoçando o Amargo
04
Da Estância pra Venda
05
Apostando na Sorte
06
Peão Não Chora
07
Apegos
08
Mandando Lenha
09
Relíquia do meu Avô
10
Domador e Gaiteiro
11
Vanerando
12
Invernias
13
Tranquito Missioneiro
14
Rodeio de Taura
15
De Vanera pra Vanera
16
Fandango
Invernias
São vinte dias desde junho a noite é longa
atiço o fogo e o inverno já chegou
dedilho o pinho o cabresteando uma milonga
eu sou dos tauras que jamais encarangou
preparo a alma pra enfrentar essa invernia
porque a carcaça o tempo já retemperou
o coração ressolana de nostalgia
campeia a china que a lo largo se extraviou
nesta invernia, que noite bravia
a chuva judia a alma da gente
o frio não abate o queixo que bate
pedindo um aparte pra um mate bem quente
a inspiração que no meu peito ainda floresce
reporta versos pra os confins da madrugada
sobre a fumaça do braseiro que me aquece
abriga sonhos que colhi pelas estradas
pouco me importa o minuano no meu rosto
pois todo ano me deparo com esse qüera
sepulto geadas de junho ao fim de agosto
pra colher flores no final da primavera
atiço o fogo e o inverno já chegou
dedilho o pinho o cabresteando uma milonga
eu sou dos tauras que jamais encarangou
preparo a alma pra enfrentar essa invernia
porque a carcaça o tempo já retemperou
o coração ressolana de nostalgia
campeia a china que a lo largo se extraviou
nesta invernia, que noite bravia
a chuva judia a alma da gente
o frio não abate o queixo que bate
pedindo um aparte pra um mate bem quente
a inspiração que no meu peito ainda floresce
reporta versos pra os confins da madrugada
sobre a fumaça do braseiro que me aquece
abriga sonhos que colhi pelas estradas
pouco me importa o minuano no meu rosto
pois todo ano me deparo com esse qüera
sepulto geadas de junho ao fim de agosto
pra colher flores no final da primavera