Letra de La Invernada Hornero - Joca Martins
Disco A
01
Se Houver Cavalo Crioulo
02
A América é Para Os Guapos
03
Em Mais Um Freio De Ouro
04
Estância São Rafael
05
A Marca BT
06
Tesouro Da Raça
07
Lá Na Estância Nazareth
08
Crioulo nos EUA
09
Potro de Ouro
10
Estância da Carapuça
11
Cabanha de Sucesso
12
Parceiros de Campo
13
La Invernada Hornero
14
O Tipo Pons
15
O Cavalo Crioulo
16
O Valor do Cavalo Crioulo
La Invernada Hornero
Vem da invernada dos tempos
Rasgando olheiras de sol
As patas cortam os ventos
No sangue um velho arrebol
Assim chegou no Rio Grande
Para o gaúcho saudá-lo
Desde então por onde ande
Hornero é o rei dos cavalos
Imprime à estirpe essa imagem
Sua função sem igual
Morfologia e coragem
Numa fusão ideal
Surgem campeões para o freio
Em dinastias de irmãos
Arunco, Nobre, Faceiro
Olvido, Inteiro e Brasão
Tantos mais nesse entreveiro
E outros ainda serão
E assim La Invernada Hornero
Morreu ficando em seu clã
Segue a correr nos potreiros
Das gerações do amanhã
Deixem que a lua entordilhe
Lá nas lonjuras do azul
Ficou um pouco do Chile
Nessas manadas do sul
O pago inteiro padece
Faz-se um silêncio de galos
Qualquer gaúcho entristece
Quando se vai seu cavalo
Meu coração bateu asas
Pra se esconder na poesia
E um João Barreiro fez casa
Numa cocheira vazia
Quando um BT se aproxima
Com sua marca no couro
Eu vejo Hornero por cima
Da sua prole de ouro!
Rasgando olheiras de sol
As patas cortam os ventos
No sangue um velho arrebol
Assim chegou no Rio Grande
Para o gaúcho saudá-lo
Desde então por onde ande
Hornero é o rei dos cavalos
Imprime à estirpe essa imagem
Sua função sem igual
Morfologia e coragem
Numa fusão ideal
Surgem campeões para o freio
Em dinastias de irmãos
Arunco, Nobre, Faceiro
Olvido, Inteiro e Brasão
Tantos mais nesse entreveiro
E outros ainda serão
E assim La Invernada Hornero
Morreu ficando em seu clã
Segue a correr nos potreiros
Das gerações do amanhã
Deixem que a lua entordilhe
Lá nas lonjuras do azul
Ficou um pouco do Chile
Nessas manadas do sul
O pago inteiro padece
Faz-se um silêncio de galos
Qualquer gaúcho entristece
Quando se vai seu cavalo
Meu coração bateu asas
Pra se esconder na poesia
E um João Barreiro fez casa
Numa cocheira vazia
Quando um BT se aproxima
Com sua marca no couro
Eu vejo Hornero por cima
Da sua prole de ouro!