Letra de Vinho das Paixões - João de Almeida Neto
Disco A
01
Sem Você não Sou Feliz
02
Há Muito Tempo é Assim
03
Gaúcho Hospitaleiro
04
Vinho das Paixões
05
Missioneira
06
Águas Nativas
07
Ave Maria Pampeana
08
Cantiga de Rio e Remo
09
Último Grito
10
Uruguaianense
11
O Coração do Gaúcho
12
Canção dos Arrozais
13
Milonga-me
14
Guitarreio para um Guitarrista
15
Milonga Fala do Século
Vinho das Paixões
Quando disfarço essa inércia de tear
Em movimento afino os fios da tua roupa
A poesia desce versos em nós dois
Para depois virar milonga em tua boca
O tempo vaza nas areias da lembrança
Pulsando acordes de esporas no silêncio
Em cada pêndulo que dita a hora grave
Quando o amor partido ao meio perde o senso
Quando eu bebo deste vinho das paixões
E me embriago pelo som dos teus cristais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
As horas assolam realejo de relógios
A vida volta a ter conciência do universo
No sortilégio desta lira pastoril
Que põe auroras de canários no silêncio
A pampa escorre pelas veias do teu braço
Se faz compaço pra embalar meu coração
És um tear tecendo velos de saudade
Para vestir de encantamento a solidão
Quando eu bebo deste vinho das paixões
E me embriago pelo som dos teus cristais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
{repete}
Em movimento afino os fios da tua roupa
A poesia desce versos em nós dois
Para depois virar milonga em tua boca
O tempo vaza nas areias da lembrança
Pulsando acordes de esporas no silêncio
Em cada pêndulo que dita a hora grave
Quando o amor partido ao meio perde o senso
Quando eu bebo deste vinho das paixões
E me embriago pelo som dos teus cristais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
As horas assolam realejo de relógios
A vida volta a ter conciência do universo
No sortilégio desta lira pastoril
Que põe auroras de canários no silêncio
A pampa escorre pelas veias do teu braço
Se faz compaço pra embalar meu coração
És um tear tecendo velos de saudade
Para vestir de encantamento a solidão
Quando eu bebo deste vinho das paixões
E me embriago pelo som dos teus cristais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
{repete}