Letra de Versos de Toda a Crina - Jari Terres
Disco A
01
Quando Golpeio na Trança
02
Lado a Lado
03
Pra Aquela Flor no Cabelo
04
Respeito
05
Rincão Bonito
06
Gaiteiro de Fronteira
07
Rédeas
08
Se Um Dia Eu Me For
09
Zambita Que Dejaste Tu
10
Minhas Esporas de Ferro
11
Pra Escutar Minhas "vanera" Lá Fora
12
Balcão de Pulperia
13
Versos de Toda a Crina
14
Aluado
15
Andejo
Versos de Toda a Crina
Trago na alma a essência de campeiro
Que desde a infância para mim foi profissão
Domei tropilhas para senhores de estancias
Dormindo em catre no recanto do galpão
Não tenho estudo mal e mal assino o nome
Mas pra cantar o pensamento se destrincha
Pois Deus me deu além do oficio de campeiro
Um peito forte que nem argola de cincha
Quando me pedem pra cantar de pronto eu canto
Trago comigo doze braças de argumento
Falo de tropas de cavalos e bochinchos
Versos crinudos que se trançam tento a tento
Peço desculpa se meu linguajar campeiro
Não é do gosto de moçitos diplomados
Mas fui criado mordendo oreia de potro
Nasci reiuno raposeno e abagualado
Por isso eu peço ao capataz da estancia grande
Pra entrar no céu eu mando um chasque neste instante
Que não se assuste se acauso eu chegar gritando
Com uma tropilha de bagual solta por diante
Que desde a infância para mim foi profissão
Domei tropilhas para senhores de estancias
Dormindo em catre no recanto do galpão
Não tenho estudo mal e mal assino o nome
Mas pra cantar o pensamento se destrincha
Pois Deus me deu além do oficio de campeiro
Um peito forte que nem argola de cincha
Quando me pedem pra cantar de pronto eu canto
Trago comigo doze braças de argumento
Falo de tropas de cavalos e bochinchos
Versos crinudos que se trançam tento a tento
Peço desculpa se meu linguajar campeiro
Não é do gosto de moçitos diplomados
Mas fui criado mordendo oreia de potro
Nasci reiuno raposeno e abagualado
Por isso eu peço ao capataz da estancia grande
Pra entrar no céu eu mando um chasque neste instante
Que não se assuste se acauso eu chegar gritando
Com uma tropilha de bagual solta por diante