Letra de Rancheira do Manco - Tibúrcio da Estância
Rancheira do Manco
Vou farquejando uma rancheira
Na moda velha lá do meu pago
Aonde eu moro vive a cultura
Bombacha larga e chapéu tapeado
Final do dia faço meu mate
Mateio com Deus e a China do lado
A noite chega, eu me recolho
Numa tarimba estou aninhado
Passo umas horas num sono tranquilo
No outro dia estou recuperado
Eu sou mais um que a natureza
Pariu no mundo e foi bem criado
Vejo os campos em maravilha
Até aonde minha vista alcança
O vento sopra, traz alegria
A mim renova minha esperança
Eu agradeço a força Divina
Os Anjos da Guarda
Que rondam a estância
Eu vou batendo com a bota no chão
E esta rancheira puxa a madrugada
O galo canta, rincha meu cavalo
Chegou na hora da retirada
Serviço foi feito, me pague patrão
Eu uso bigode e honro a palavra
Na moda velha lá do meu pago
Aonde eu moro vive a cultura
Bombacha larga e chapéu tapeado
Final do dia faço meu mate
Mateio com Deus e a China do lado
A noite chega, eu me recolho
Numa tarimba estou aninhado
Passo umas horas num sono tranquilo
No outro dia estou recuperado
Eu sou mais um que a natureza
Pariu no mundo e foi bem criado
Vejo os campos em maravilha
Até aonde minha vista alcança
O vento sopra, traz alegria
A mim renova minha esperança
Eu agradeço a força Divina
Os Anjos da Guarda
Que rondam a estância
Eu vou batendo com a bota no chão
E esta rancheira puxa a madrugada
O galo canta, rincha meu cavalo
Chegou na hora da retirada
Serviço foi feito, me pague patrão
Eu uso bigode e honro a palavra