Letra de Marrecas Meu Rincão - Júlio Cézar Leonardi
Disco A
01
Aprendi com meu Pai
02
Mãos de Gaiteiro
03
Cantando a Vida
04
Prepara o Mate, Minha Mãe
05
A Voz da Tradição
06
Amor Verdadeiro
07
Galpão de Minhas Lembranças
08
Pelos Rincões
09
Marrecas Meu Rincão
10
De Outro Tempo
11
Pai Sonhei com Você
12
Meu Avô
13
Prendinha Formosa
14
Por Tudo que Deus me Deu
Marrecas Meu Rincão
Aut.: Júlio Cézar Leonardi/Juliane Cristina Leonardi
Eu vou cantar minha querência, onde nasci; pago tão lindo, como poucos por aí;
Velha Marrecas, povo alegre, a sorrir; quem aqui chega, não quer mais sair daqui;
Teus pioneiros, dentre eles, os meus pais, travaram lutas, para preservar a paz,
Te construíram, na conquista de ideais; e vens crescendo, até os dias atuais.
Por entre os montes que te abraçam com ternura, a tua gente luta e cresce com bravura;
Eternizando, geração a geração, um grande orgulho em ter nascido neste chão;
Por entre os montes que te abraçam com ternura, a tua gente luta e cresce com bravura;
Eternizando, geração a geração, um grande orgulho em ser de Francisco Beltrão.
Aos que deixaram tuas terras, ó Beltrão, arde a saudade, incendiando o coração,
Em outros pagos, relembrando este chão, na esperança de que, um dia, voltarão;
O rio que banha este rincão, que só floresce, leva teu nome, como o tema de uma prece;
Quem já mateou com tua água, não te esquece e, pra Marrecas, é bem certo que regresse.
Por entre os montes que te abraçam com ternura, a tua gente luta e cresce com bravura;
Eternizando, geração a geração, um grande orgulho em ter nascido neste chão;
Por entre os montes que te abraçam com ternura, a tua gente luta e cresce com bravura;
Eternizando, geração a geração, um grande orgulho em ser de Francisco Beltrão.
Eu vou cantar minha querência, onde nasci; pago tão lindo, como poucos por aí;
Velha Marrecas, povo alegre, a sorrir; quem aqui chega, não quer mais sair daqui;
Teus pioneiros, dentre eles, os meus pais, travaram lutas, para preservar a paz,
Te construíram, na conquista de ideais; e vens crescendo, até os dias atuais.
Por entre os montes que te abraçam com ternura, a tua gente luta e cresce com bravura;
Eternizando, geração a geração, um grande orgulho em ter nascido neste chão;
Por entre os montes que te abraçam com ternura, a tua gente luta e cresce com bravura;
Eternizando, geração a geração, um grande orgulho em ser de Francisco Beltrão.
Aos que deixaram tuas terras, ó Beltrão, arde a saudade, incendiando o coração,
Em outros pagos, relembrando este chão, na esperança de que, um dia, voltarão;
O rio que banha este rincão, que só floresce, leva teu nome, como o tema de uma prece;
Quem já mateou com tua água, não te esquece e, pra Marrecas, é bem certo que regresse.
Por entre os montes que te abraçam com ternura, a tua gente luta e cresce com bravura;
Eternizando, geração a geração, um grande orgulho em ter nascido neste chão;
Por entre os montes que te abraçam com ternura, a tua gente luta e cresce com bravura;
Eternizando, geração a geração, um grande orgulho em ser de Francisco Beltrão.