Letra de Um Pito - Nenito Sarturi
Disco A
01
Polvadeira
02
Acorde de Chamamé
03
Toureando a Sorte
04
Retoço de Gaita e Pandeiro
05
Sinfonia da Noite
06
Pelas Canchas dos Bolichos
07
Um Tal de Mário Cuiudo
08
Um Pito
09
Os Campeadores
10
Caminhos do Chinaredo
11
Canto a São Pedro
12
Campeando
13
Ponteiro Sem Rumo
14
Chamarrita Missioneira
15
Tira a Mão, Essa é Minha!
16
Querendona
17
Galpão e Coxilha
18
Na Senda dos Setes Povos
19
Batendo no Pombal
20
Carreteiro
Um Pito
Olha, guri, repara o que estás fazendo.
Depois que fores, é difícil de voltar.
Aceite um pito e continuas remoendo teu sonho moço deste rancho abandonar.
Olha, guri, lá no povo é diferente e certamente faltará o que tens aqui.
Eu só te peço, não esqueças de tua gente.
De vez em quando, manda uma carta, guri.
Se vais embora, por favor não te detenhas.
Sigas em frente e não olhes para trás.
E assim não vais ver a lágrima insistente que molha o
Rosto do teu velho, meu rapaz.
Se vais embora, por favor não te detenhas. Sigas em frente e não olhes para trás.
E assim não vais ver a lágrima insistente que molha o rosto do teu velho, meu rapaz.
Olha guri pra tua mãe, cabelos brancos e pra esse velho que te fala sem gritar.
Pesa teus planos, eu quero que sejas franco. Se acaso fores, pega o zaino pra enfrenar.
Olha guri, leva uns cobres de reserva, pega uma erva pra cevar teu chimarrão e leva um charque para ver se tu conservas uma pontinha de amor por este chão.
Se vais embora, por favor não te detenhas.
Sigas em frente e não olhes para trás.
E assim não vais ver a lágrima insistente que molha o rosto do teu velho, meu rapaz.
Se vais embora, por favor não te detenhas. Sigas em frente e não olhes para trás.
E assim não vais ver a lágrima insistente que molha o rosto do teu velho, meu rapaz.
Depois que fores, é difícil de voltar.
Aceite um pito e continuas remoendo teu sonho moço deste rancho abandonar.
Olha, guri, lá no povo é diferente e certamente faltará o que tens aqui.
Eu só te peço, não esqueças de tua gente.
De vez em quando, manda uma carta, guri.
Se vais embora, por favor não te detenhas.
Sigas em frente e não olhes para trás.
E assim não vais ver a lágrima insistente que molha o
Rosto do teu velho, meu rapaz.
Se vais embora, por favor não te detenhas. Sigas em frente e não olhes para trás.
E assim não vais ver a lágrima insistente que molha o rosto do teu velho, meu rapaz.
Olha guri pra tua mãe, cabelos brancos e pra esse velho que te fala sem gritar.
Pesa teus planos, eu quero que sejas franco. Se acaso fores, pega o zaino pra enfrenar.
Olha guri, leva uns cobres de reserva, pega uma erva pra cevar teu chimarrão e leva um charque para ver se tu conservas uma pontinha de amor por este chão.
Se vais embora, por favor não te detenhas.
Sigas em frente e não olhes para trás.
E assim não vais ver a lágrima insistente que molha o rosto do teu velho, meu rapaz.
Se vais embora, por favor não te detenhas. Sigas em frente e não olhes para trás.
E assim não vais ver a lágrima insistente que molha o rosto do teu velho, meu rapaz.