Letra de China Campeira - Bando Gaúcho
Disco A
01
O Jeitão Gaudério
02
Dá-lhe Pata
03
Amansador de Cavalos
04
Bailando com a Mulata
05
Se Preparando para a Semana Farroupilha
06
Um Mate a Dois
07
Fandango do Caldo Grosso
08
Patrão de Rodeio
09
Não Mete o Bico
10
Herança Campeira
11
Flor Guarani
12
Como é Longe Uruguaiana
13
Arrasta Pé
14
Campeiro e Fandangueiro
15
China Campeira
China Campeira
No cabelo, uma miçanga, entre os seios, uma flor
Nos segredos do olhar, mil histórias de amor
Esta dama da campanha, muito amável companheira
Mata a sede da peonada, sempre vistosa e faceira
E o povo teima em chamar de:
Gaviona, china campeira!
Num cabaré beira estrada, senhor, tropeiro, peão
Encontram nela o acalanto, pras dores do coração
Não pergunta, não responde, tá sempre à disposição
Caiu na vida mui cedo, por força da percisão
E o povo teima em chamar de:
China da perdição!
Nos rigores do inverno, seu amor é o poncho quente
No calorão de janeiro, refresca a alma do vivente
Maltratada, se consola mirando o céu da soleira
No terço pede pra Deus, que perdoe a pecadeira
E o povo teima em chamar de:
Perdida, china rampeira!
Chinoca dama da noite, deus te deu esta sina
Carregas porém, dentro d'alma, os teus sonhos de menina
De casar de branco, ter filhos, ter na vida o que quiser
Um ranchito, um bom marido, até quando a morte vier
E deus então te chamar de:
Anjo, rainha, mulher!
China campeira!
Flor de todos, flor da noite, bem-me-quer
Anjo, rainha, mulher!
Nos segredos do olhar, mil histórias de amor
Esta dama da campanha, muito amável companheira
Mata a sede da peonada, sempre vistosa e faceira
E o povo teima em chamar de:
Gaviona, china campeira!
Num cabaré beira estrada, senhor, tropeiro, peão
Encontram nela o acalanto, pras dores do coração
Não pergunta, não responde, tá sempre à disposição
Caiu na vida mui cedo, por força da percisão
E o povo teima em chamar de:
China da perdição!
Nos rigores do inverno, seu amor é o poncho quente
No calorão de janeiro, refresca a alma do vivente
Maltratada, se consola mirando o céu da soleira
No terço pede pra Deus, que perdoe a pecadeira
E o povo teima em chamar de:
Perdida, china rampeira!
Chinoca dama da noite, deus te deu esta sina
Carregas porém, dentro d'alma, os teus sonhos de menina
De casar de branco, ter filhos, ter na vida o que quiser
Um ranchito, um bom marido, até quando a morte vier
E deus então te chamar de:
Anjo, rainha, mulher!
China campeira!
Flor de todos, flor da noite, bem-me-quer
Anjo, rainha, mulher!