Letra de Vinho das Paixões - Beto Caetano
Disco A
01
Vem Cá Guria
02
Estrela Cadente
03
Desabafo
04
Vinho das Paixões
05
Capão do Capim
06
Sonhos na Calçada
07
Sobrancelha de Jacaré
08
Pra Viver Uma Milonga
09
Vaneira Missioneira
10
Chimarrita Apaixonada
11
Na Mesa de um Bar
12
Fandango em Unistalda
13
Bugio Safado
14
Último Beijo
15
Contratempo
Vinho das Paixões
Quando disfarço essa inércia de tear
Em movimento afino os fios da tua roupa
A poesia desce versos em nós dois
Para depois virar milonga em tua boca
O tempo vaza nas areias da lembrança
Pulsando acordes de esporas no silêncio
Em cada pêndulo que dita a hora grave
Quando o amor partido ao meio perde o senso
Quando eu bebo deste vinho das paixões
E me embriago pelo som dos teus cristais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
As horas assolam realejo de relógios
A vida volta a ter conciência do universo
No sortilégio desta lira pastoril
Que põe auroras de canários no silêncio
A pampa escorre pelas veias do teu braço
Se faz compaço pra embalar meu coração
És um tear tecendo velos de saudade
Para vestir de encantamento a solidão
Quando eu bebo deste vinho das paixões
E me embriago pelo som dos teus cristais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
{repete}
Em movimento afino os fios da tua roupa
A poesia desce versos em nós dois
Para depois virar milonga em tua boca
O tempo vaza nas areias da lembrança
Pulsando acordes de esporas no silêncio
Em cada pêndulo que dita a hora grave
Quando o amor partido ao meio perde o senso
Quando eu bebo deste vinho das paixões
E me embriago pelo som dos teus cristais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
As horas assolam realejo de relógios
A vida volta a ter conciência do universo
No sortilégio desta lira pastoril
Que põe auroras de canários no silêncio
A pampa escorre pelas veias do teu braço
Se faz compaço pra embalar meu coração
És um tear tecendo velos de saudade
Para vestir de encantamento a solidão
Quando eu bebo deste vinho das paixões
E me embriago pelo som dos teus cristais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
Em cada espelho eu me vejo menos velho
E em cada palco a vida sonha um pouco mais
{repete}