Letra de Milonga Pampeana - Adair de Freitas
Disco A
01
Versos ao Peão Campeiro
02
Amigo
03
Estampa Campeira
04
Milonga Pampeana
05
A Resposta
06
Para Cantar Meu Cavalo
07
O Poeta e Tempo
08
De Prosa e Galpão
09
Galponeiras Emoções
10
Regresso
11
Nos Horizontes da Alma
12
Pra Que Eu Possa Ser Feliz
13
Milonga para o Domador
14
Lições de Vida
15
Para Não Cansar Meus Cavalos
Milonga Pampeana
Velha milonga pampeana
Que vem farejando fumaça e galpão
Vive na alma campeira
Dos que se fizeram irmãos do fogão
Nasces das mãos calejadas
Que fazem aperos e domam baguais
Brotas qual pasto na várzea
Por isso milonga és campeira de mais
E vai repartindo esperança
Falando em saudade e causos de amor
Matando esta sede de pampa
De terra e querência, de pasto e de flor
Velha milonga pampeana
Por Deus eu te juro não vivo sem ti
És a essência mais pura
Da vida campeira que sempre vivi
És o encontro profundo
Da voz e do verso e do som do violão
Tens a magia do fogo
E o brilho dos olhos do velho peão
Velha milonga pampeana
Retrato falado dos homens rurais
Leva meu canto de alento
Aos que já cataram e não cantam mais
Vai na garupa do vento
Este velho minuano irmão como tu
Cruz o sem fim do infinito
E abraça por nós os antigos xirús
Que vem farejando fumaça e galpão
Vive na alma campeira
Dos que se fizeram irmãos do fogão
Nasces das mãos calejadas
Que fazem aperos e domam baguais
Brotas qual pasto na várzea
Por isso milonga és campeira de mais
E vai repartindo esperança
Falando em saudade e causos de amor
Matando esta sede de pampa
De terra e querência, de pasto e de flor
Velha milonga pampeana
Por Deus eu te juro não vivo sem ti
És a essência mais pura
Da vida campeira que sempre vivi
És o encontro profundo
Da voz e do verso e do som do violão
Tens a magia do fogo
E o brilho dos olhos do velho peão
Velha milonga pampeana
Retrato falado dos homens rurais
Leva meu canto de alento
Aos que já cataram e não cantam mais
Vai na garupa do vento
Este velho minuano irmão como tu
Cruz o sem fim do infinito
E abraça por nós os antigos xirús