Letra de Sinuelo da Tropa Antiga - Os Monarcas
Disco A
01
Coração de Gaiteiro
02
Monarca do Rio Grande
03
Viuvinha
04
Galo Fino
05
Minha História
06
Era Louca
07
Macho Véio
08
Piazito de Erechim
09
A Missão do Gaiteiro
10
Nos Cafundós do Meu Pago
11
Alma Fandangueira
12
Procedência Pampeana
13
De Monarca a Missioneiro
14
Gaitaço do Gildinho
15
Floreando a Cordeona
16
Sinuelo da Tropa Antiga
Sinuelo da Tropa Antiga
Eu, que vivo de cantiga
É bem assim que eu sou
Tropeiro da tropa antiga
Que, no mundo, se criou
Pra mim, não tem dia quente
Também não tem noite fria
Pra cantar pra minha gente
É sempre uma alegria
O mundo é minha querência
O Rio Grande é meu galpão
Mantenho a minha vivência
Nos moldes da tradição
Aonde eu chego, garanto
Que a tristeza vai embora
Pois, pra cantar o meu canto
Não tem dia e não tem hora
Perdi a conta de quantos
Fandangos eu já toquei
E nem recordo dos tantos
Caminhos que eu já cruzei
E, nessas idas e vindas
Deixo alguém a me esperar
E, assim, vou levando a vida
No ofício de cantar
Perdi a conta de quantos
Fandangos eu já toquei
E nem recordo dos tantos
Caminhos que eu já cruzei
E, nessas idas e vindas
Deixo alguém a me esperar
E, assim, vou levando a vida
No ofício de cantar
Pra tocar baile animado
Nunca me faltou vontade
Eu canto verso rimado
Sempre falando a verdade
Abraçado nessa gaita
Eu levo a vida que quis
E o que me deixa contente
É ver todo mundo feliz
Em qualquer lugar que eu chego
Já vou fazendo amizade
E, nesta sina de andejo
Quando vou, deixo saudade
Sempre com sorriso franco
Não reclamo do cansaço
E, assim, vou levando a vida
Com Deus guiando meus passos
Perdi a conta de quantos
Fandangos eu já toquei
E nem recordo dos tantos
Caminhos que eu já cruzei
E, nessas idas e vindas
Deixo alguém a me esperar
E, assim, vou levando a vida
No ofício de cantar
Perdi a conta de quantos
Fandangos eu já toquei
E nem recordo dos tantos
Caminhos que eu já cruzei
E, nessas idas e vindas
Deixo alguém a me esperar
E, assim, vou levando a vida
No ofício de cantar