Letra de Legendária Oito Soco - Velho Milongueiro
Disco A
01
É Mentira Desses Loco
02
P. C.
03
Soltando Rouquidão
04
Metendo o Pau
05
Tô Ficando Velho
06
Brincando de Rico
07
Maria Gasolina
08
Seis Namoradas
09
Versinhos de Antigamente
10
Namoro de Peão
11
Dois Pataqueiros
12
Dá o Riquinho Pra Mim
13
A Maré Não Tá Pra Peixe
14
Ferro Velho
15
Roubo de Prenda
16
Urucubaca
17
Gineteando
18
Tanto a Pé Como a Cavalo
Disco B
01
Cavaleiro do Espaço
02
Do Jeito Que Sou
03
A Garagem
04
Campeando Saudade
05
Cantor da Mata
06
Defeitos Que Não Tenho
07
Chapéu de Vaca
08
O Mexe-mexe da Menina
09
Cabeça Dura
10
Meu Laço
11
Coisas Que Deus Me Deu
12
Mulher Gastadeira
13
Manda Brasa
14
Pode Chegar
15
Sonhando Com as Meninas
16
Legendária Oito Soco
17
Pendurando as Chuteiras
Legendária Oito Soco
Esta gaitinha resmungando nos meus braços
Aporreada num gaitaço deixa um rastro de alegria
Por esta pampa tem marcas de ponta a ponta
Quem além fronteira reponta acordes e melodias
Duas ilheiras de botão e voz trocada
Varo tantas madrugadas, animo tantos fandangos
Num som campeiro e num timbre de duas falas
Fez se integrar pela sala maragatos e chimangos.
O tempo passa, mas a gente não esquece
A lembrança permanece e o peito velho se cala
Mas quando toca a minha sensibilidades
Vou disfarçando ansiedade nesta minha gaita baguala.
Com esta gaita me sinto mais missioneiro
No viver deste gaiteiro nada lhe substitui
Aveludada com versa com os meus dedos
Mas não conta os segredos que este gaúcho possui
Poeira e fumaça lhe curtiram nas bailantas
Amadrinhando garganta, harmonizando cadência
Vem temperada com atavismo de outrora
Vibrando a alma sonora e o vigor desta querência.
Aporreada num gaitaço deixa um rastro de alegria
Por esta pampa tem marcas de ponta a ponta
Quem além fronteira reponta acordes e melodias
Duas ilheiras de botão e voz trocada
Varo tantas madrugadas, animo tantos fandangos
Num som campeiro e num timbre de duas falas
Fez se integrar pela sala maragatos e chimangos.
O tempo passa, mas a gente não esquece
A lembrança permanece e o peito velho se cala
Mas quando toca a minha sensibilidades
Vou disfarçando ansiedade nesta minha gaita baguala.
Com esta gaita me sinto mais missioneiro
No viver deste gaiteiro nada lhe substitui
Aveludada com versa com os meus dedos
Mas não conta os segredos que este gaúcho possui
Poeira e fumaça lhe curtiram nas bailantas
Amadrinhando garganta, harmonizando cadência
Vem temperada com atavismo de outrora
Vibrando a alma sonora e o vigor desta querência.