Letra de Pela Cordeona do Tempo - Garotos de Ouro
Disco A
01
Pode Coicia Nega Véia
02
Eu Tô na Lista
03
E Vamos pra Lista
04
Um Pila e Meio
05
Domador de Cavalos
06
Pela Cordeona do Tempo
07
Negócio de Compadre
08
No Trancão do Tio Bilia
09
De Quem Nasceu Campesino
10
Minha Estrela Perdida
11
Toque Caseiro
12
Xote Antigo
13
Tu Aceita
14
Eu Vou Ficar Bagual
15
O Que Eu Sou Sem Você
16
Filho de Cruz Alta Gaiteiro de Fé
Pela Cordeona do Tempo
Pela cordeona do tempo que abre o fole e não fala
muita moça de campanha bailou seus sonhos na sala
muito romance fronteiro, desses que a noite ainda embala
teve um floreio primeiro nos alvoroços de um pala
quanta saudade perdida nos toques desta cordeona
ensinou para o pago essa vaneira chorona
e muito foia a razão de uma noite redomona
de se entregar o coração pra os olhos d´alguma dona
pela cordeona do tempo, nos ranchos beira de estrada
alumbrados de candeeiro, clareando a copa e mais nada
quanta promessa foi feita no escuro de uma ramada
pra muita moça direita perder-se na magrugada
quanto trago, por desgosto, já se golpeou no balcão
ouvindo sem por sentido essa gaita de botão
dos que procuram no trago uma verdade ou razão
pra desfazer um estrago guardado no coração
pela cordeona d tempo que abre o fole pra vida
quanta alegria fez casa, quanto rincão deu guarida
quanto gaúcho campeiro, campeando alguma investida
abriu o peito troveiro, contando os causos da lida
quanto adeus que ficou, quanto adeus que virá
nas vozes de uma cordeona há muito que se cantar
porque há quem tome um gole mirando a luz de um olhar
bem antes que feche o fole e depois que o baile acabar.
muita moça de campanha bailou seus sonhos na sala
muito romance fronteiro, desses que a noite ainda embala
teve um floreio primeiro nos alvoroços de um pala
quanta saudade perdida nos toques desta cordeona
ensinou para o pago essa vaneira chorona
e muito foia a razão de uma noite redomona
de se entregar o coração pra os olhos d´alguma dona
pela cordeona do tempo, nos ranchos beira de estrada
alumbrados de candeeiro, clareando a copa e mais nada
quanta promessa foi feita no escuro de uma ramada
pra muita moça direita perder-se na magrugada
quanto trago, por desgosto, já se golpeou no balcão
ouvindo sem por sentido essa gaita de botão
dos que procuram no trago uma verdade ou razão
pra desfazer um estrago guardado no coração
pela cordeona d tempo que abre o fole pra vida
quanta alegria fez casa, quanto rincão deu guarida
quanto gaúcho campeiro, campeando alguma investida
abriu o peito troveiro, contando os causos da lida
quanto adeus que ficou, quanto adeus que virá
nas vozes de uma cordeona há muito que se cantar
porque há quem tome um gole mirando a luz de um olhar
bem antes que feche o fole e depois que o baile acabar.