Letra de João Biluca - Telmo de Lima Freitas

João Biluca

Onde andará João Biluca?
Pr’onde será que ele foi?
Arando terra e proseando
Com sua junta de bois
Onde andará João Biluca?
Pr’onde será que ele foi?

Um arado pula-toco,
Ajojo, bracha e regeira
(Canga de soita-cavalo
E um canzil de laranjeira.) Bis

O João Biluca lavrava,
Terra bruta, terra hortada,
Com um traguito de pura
Não froxava nem por nada...
O João Biluca lavrava,
Terra bruta, terra hortada

Da Glorinha ao Passo Grande,
Do Passo Grande à Glorinha,
O João Biluca ao tranquito
Tanto ia como vinha...
Da Glorinha ao Passo Grande,
Do Passo Grande à Glorinha

A pressa nunca fez parte
Do seu andar cotidiano
(Resmungando com a vida,
Entrava e saia ano.) Bis

Quem conheceu João Biluca
Sabe que ele não morreu
Saiu pra voltear os bois
E sem querer se perdeu
Saiu pra juntar os bois
E sem querer se perdeu...

Quem conheceu João Biluca
Sabe que ele não morreu...

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