Letra de Ruminando Penas - Telmo de Lima Freitas
Lado A
01
Prenda Minha
02
Faz de Conta
03
Cantiga de Ronda
04
Gaudério da Silva
05
Cevando Mate
06
Tempos de Praça
07
Canto do Entardecer
08
Alambrado de Cordas
09
Primavera de Sonhos
10
De Pé no Estribo
11
Ruminando Penas
12
Aguateiro
13
Alma de Galpão
14
Morena Rosa
15
Bolicho do Tio Candinho
16
Garbo de Piá
Ruminando Penas
Quando o galo dobra o canto
Um amargo santo já me faz fiador.
Quando o galo dobra o canto
Um amargo santo já me faz fiador.
Fico ruminando as penas
Das longas novenas de madrugador.
Fico ruminando as penas
Das longas novenas de madrugador.
Fecho um baio a meu contento,
Mas o pensamento faz divagações,
Fecho um baio a meu contento,
Mas o pensamento faz divagações,
Sai a rebanhar idílios
Para os estribilhos das minhas canções.
Sai a rebanhar idílios
Para os estribilhos das minhas canções.
Amanhã eu vou-me embora,
Um canto me libertou...
Amanhã eu vou-me embora,
Um canto me libertou...
Levo nas minhas esporas
O que o pago me ensinou.
Levo nas minhas esporas
O que o pago me ensinou.
Uma tropilha relincha
E o vento na quincha tirita de frio,
Uma tropilha relincha
E o vento na quincha tirita de frio,
Parecendo alma penada
Nesta madrugada cheia de arrepio,
Parecendo alma penada
Nesta madrugada cheia de arrepio.
Me contraponteia um grilo
Mas eu me aniquilo com esses funerais,
Me contraponteia um grilo
Mas eu me aniquilo com esses funerais,
Fico a defumar ausências,
Dessas penitências sentidas demais.
Fico a defumar ausências,
Dessas penitências sentidas demais.
Amanhã eu vou-me embora,
Um canto me libertou...
Amanhã eu vou-me embora,
Um canto me libertou...
Vou semeando estrada afora
O que o pago me ensinou,
Vou semeando estrada afora
O que o pago me ensinou.
Amanhã eu vou-me embora,
Por que já disse que vou...
Amanhã eu vou-me embora,
Por que já disse que vou...
Amanhã eu vou-me embora,
Por que já disse que vou...
Um amargo santo já me faz fiador.
Quando o galo dobra o canto
Um amargo santo já me faz fiador.
Fico ruminando as penas
Das longas novenas de madrugador.
Fico ruminando as penas
Das longas novenas de madrugador.
Fecho um baio a meu contento,
Mas o pensamento faz divagações,
Fecho um baio a meu contento,
Mas o pensamento faz divagações,
Sai a rebanhar idílios
Para os estribilhos das minhas canções.
Sai a rebanhar idílios
Para os estribilhos das minhas canções.
Amanhã eu vou-me embora,
Um canto me libertou...
Amanhã eu vou-me embora,
Um canto me libertou...
Levo nas minhas esporas
O que o pago me ensinou.
Levo nas minhas esporas
O que o pago me ensinou.
Uma tropilha relincha
E o vento na quincha tirita de frio,
Uma tropilha relincha
E o vento na quincha tirita de frio,
Parecendo alma penada
Nesta madrugada cheia de arrepio,
Parecendo alma penada
Nesta madrugada cheia de arrepio.
Me contraponteia um grilo
Mas eu me aniquilo com esses funerais,
Me contraponteia um grilo
Mas eu me aniquilo com esses funerais,
Fico a defumar ausências,
Dessas penitências sentidas demais.
Fico a defumar ausências,
Dessas penitências sentidas demais.
Amanhã eu vou-me embora,
Um canto me libertou...
Amanhã eu vou-me embora,
Um canto me libertou...
Vou semeando estrada afora
O que o pago me ensinou,
Vou semeando estrada afora
O que o pago me ensinou.
Amanhã eu vou-me embora,
Por que já disse que vou...
Amanhã eu vou-me embora,
Por que já disse que vou...
Amanhã eu vou-me embora,
Por que já disse que vou...