Letra de Timbre de Galo - Grupo Pialo
Disco A
01
Timbre de Galo
02
Com Tua Ausência
03
Num Baile de Galpão
04
Um Canto de Amor à Terra
05
Só no Bastantão
06
Rancho Hospitaleiro
07
Nos Campos do Meu Rio Grande
08
Chinoca, Menina Flor
09
Andanças Campeiras
10
Linda Gaúcha
11
Rancheira Sapecada
12
Como Vou Lhe Esquecer
13
A Voz do Gaudêncio
14
Velha Tapera
15
Lembrando da Minha Infância
Timbre de Galo
(Rio Grande, berro de touro quatro patas de cavalo
Quem não viveu esse tempo vive esse tempo ao cantá-lo
Eu canto porque me agrada neste meu timbre de galo)
É verdade que alguns dizem que os tempos hoje são outros
Que o campo é quase a cidade e os chiripás estão rotos
Que as esporas silenciaram na carne morta dos potros
Cada um diz o que pensa isso aprendi de infância
Mas nunca esqueça o herege que as cidades de importância
Se ergueram nos alicerces dos fortins e das estâncias
Não esqueça de outra parte para honrar a descendência
De tudo aquilo que muda, muda só nas aparências
E até num bronze de praça vive a raiz da querência
Eu nasci no tempo errado ou andei muito depressa
Dei "oh de casa" em tapera fiquei devendo promessa
Mas se eu pudesse eu voltava pra onde o Rio Grande começa
E se me chamam de grosso nem me bate a passarinha
Argila do mundo novo não tenha mescla da minha
Sovado a casco del touro com águas de garguejinha
Quem não viveu esse tempo vive esse tempo ao cantá-lo
Eu canto porque me agrada neste meu timbre de galo)
É verdade que alguns dizem que os tempos hoje são outros
Que o campo é quase a cidade e os chiripás estão rotos
Que as esporas silenciaram na carne morta dos potros
Cada um diz o que pensa isso aprendi de infância
Mas nunca esqueça o herege que as cidades de importância
Se ergueram nos alicerces dos fortins e das estâncias
Não esqueça de outra parte para honrar a descendência
De tudo aquilo que muda, muda só nas aparências
E até num bronze de praça vive a raiz da querência
Eu nasci no tempo errado ou andei muito depressa
Dei "oh de casa" em tapera fiquei devendo promessa
Mas se eu pudesse eu voltava pra onde o Rio Grande começa
E se me chamam de grosso nem me bate a passarinha
Argila do mundo novo não tenha mescla da minha
Sovado a casco del touro com águas de garguejinha