Letra de Floreando a Cordeona - Sérgio Rosa & Os Quatro Ventos
Disco A
01
Uma Vaneira de Respeito
02
No Canto do Sabiá
03
Floreando a Cordeona
04
Herança Gaúcha
05
Debaixo da Poeira
06
Nas Armadas do Laço
07
Medley: Cheiro de Galpão | Vaneira Galponeira | Quanta Vaneira | Polvadeira
08
De Lua e Caminhos
09
Quero Uma Vaneira
10
Quando Vim do Campo
11
De Surpresa
12
De Jujos, Mate e Saudade
13
Ronda Galponeira
14
Cavalo Baio
15
Cheiro de Rancho
16
Morando no Campo
17
Eu e a Vaneira
Floreando a Cordeona
Num tranco campeiro bem à moda antiga
floreando cantigas de alma judiada
eu trago essa sina de andar gauderiando
por viver cantando não tenho morada
tocando em bailantas na noite campeira
floreio e vaneira num jeitão largado
pois o meu destino é de ser cantador
na querência flor onde eu fui criado
floreando a cordeona num verso me acampo
sou a voz do campo quando a alma canta
sistema gaúcho que tem por ofício
esse xucro vício de animar bailantas
cruzando caminhos encurto distâncias
galopeando as âncias da sina estradeira
a vida no campo moldurou minha raça
herança machaça gaúcha bandeira
nesses horizontes vou de pago em pago
o canto que trago ao mundo ofereço
canto a liberdade num viver teatino
e no meu destino ninguém bota preço
floreando cantigas de alma judiada
eu trago essa sina de andar gauderiando
por viver cantando não tenho morada
tocando em bailantas na noite campeira
floreio e vaneira num jeitão largado
pois o meu destino é de ser cantador
na querência flor onde eu fui criado
floreando a cordeona num verso me acampo
sou a voz do campo quando a alma canta
sistema gaúcho que tem por ofício
esse xucro vício de animar bailantas
cruzando caminhos encurto distâncias
galopeando as âncias da sina estradeira
a vida no campo moldurou minha raça
herança machaça gaúcha bandeira
nesses horizontes vou de pago em pago
o canto que trago ao mundo ofereço
canto a liberdade num viver teatino
e no meu destino ninguém bota preço