Letra de Pinto Papudo - Baitaca
Disco A
01
Meu Rio Grande é Desse Jeito
02
Um Gaudério à Moda Antiga
03
Pedido de um Pai pra Filho
04
Tenho Orgulho em ser Campeiro
05
Castração a Pialo
06
Do Fundo da Grota
07
Pinto Papudo
08
Da Doma pro Rodeio
09
Reformando a Mulher Véia
10
No Trancão Dessa Vaneira
11
Morena Faceira
12
Solito ao Vento
13
Cordeona Véia
14
A História do Tico Louco
15
Vida Braba
16
Frutas da Mata part. Willian Hegen e Edson Dutra
17
O Novo Encontro com o Tico
18
Pra Ser Campeiro
19
Secretário de Obra
20
Baile dos Nome Feio
Pinto Papudo
Tô mal e fraco é o peso da idade,
Virado num caco já tô pangaré.
Tô mal e fraco é o peso da idade,
Virado num caco, já tô pangaré.
Faço simpatia, tomo xaropada
Quase me arrebento pra ficar de pé,
Me frouxa os quarto, me dá tremedeira,
Fico me babando se vejo "muié".
Que coisa braba meu compadre "véio",
Meu pinto papudo, tô perdendo a fé.
Deito borracho, não posso dormir,
Já coça a sarna, minha véia me chama.
Deito borracho, não posso dormir,
Já coça a sarna, minha véia me chama.
Pensei comigo,vou adular ela,
Vou coçar a véia e caio da cama.
Meu deus do céu o que que eu vou fazer,
Assim desse jeito não dá pra ficar.
Meu deus do céu o que que eu vou fazer,
Assim desse jeito não dá pra ficar.
Me disse o doutor, que eu já tô pifado,
Uma curandeira me fui consultar.
Mamica de cadela, nó de cachorro,
Ferveu com ambú e me mandou tomar.
A carcaça véia levantou do chão
E o pinto papudo não quiz levantar.
Deito borracho, não posso dormir,
Já coça a sarna, minha véia me chama.
Deito borracho, não posso dormir,
Já coça a sarna, minha véia me chama.
Pensei comigo, vou adular ela,
Vou coçar a véia e caio da cama.
A pobre da véia se desesperou,
Agarrou os aparelho e se foi lá pra sanga.
A pobre da véia se desesperou,
Agarrou os aparelho e se foi lá pra sanga.
O que era cabelo a véia arrancou tudo,
Cortou a saia dela e fez uma tanga.
Fez uma gemada de acordar defunto,
Bago de burro, miolo de corvo.
Pinto papudo parecia bêbado,
Erguia a cabeça e caia de novo.
Pinto papudo parecia bêbado,
Erguia a cabeça e caia de novo.
Deito borracho, não posso dormir,
Já coça a sarna, minha véia me chama.
Pensei comigo, vou adular ela,
Vou coçar a véia e caio da cama.
Virado num caco já tô pangaré.
Tô mal e fraco é o peso da idade,
Virado num caco, já tô pangaré.
Faço simpatia, tomo xaropada
Quase me arrebento pra ficar de pé,
Me frouxa os quarto, me dá tremedeira,
Fico me babando se vejo "muié".
Que coisa braba meu compadre "véio",
Meu pinto papudo, tô perdendo a fé.
Deito borracho, não posso dormir,
Já coça a sarna, minha véia me chama.
Deito borracho, não posso dormir,
Já coça a sarna, minha véia me chama.
Pensei comigo,vou adular ela,
Vou coçar a véia e caio da cama.
Meu deus do céu o que que eu vou fazer,
Assim desse jeito não dá pra ficar.
Meu deus do céu o que que eu vou fazer,
Assim desse jeito não dá pra ficar.
Me disse o doutor, que eu já tô pifado,
Uma curandeira me fui consultar.
Mamica de cadela, nó de cachorro,
Ferveu com ambú e me mandou tomar.
A carcaça véia levantou do chão
E o pinto papudo não quiz levantar.
Deito borracho, não posso dormir,
Já coça a sarna, minha véia me chama.
Deito borracho, não posso dormir,
Já coça a sarna, minha véia me chama.
Pensei comigo, vou adular ela,
Vou coçar a véia e caio da cama.
A pobre da véia se desesperou,
Agarrou os aparelho e se foi lá pra sanga.
A pobre da véia se desesperou,
Agarrou os aparelho e se foi lá pra sanga.
O que era cabelo a véia arrancou tudo,
Cortou a saia dela e fez uma tanga.
Fez uma gemada de acordar defunto,
Bago de burro, miolo de corvo.
Pinto papudo parecia bêbado,
Erguia a cabeça e caia de novo.
Pinto papudo parecia bêbado,
Erguia a cabeça e caia de novo.
Deito borracho, não posso dormir,
Já coça a sarna, minha véia me chama.
Pensei comigo, vou adular ela,
Vou coçar a véia e caio da cama.