Letra de Já Fui Bom - Porca Véia
Disco A
01
Oh! de Casa
02
Cantiga de Ronda
03
Recorrendo os Aguapés
04
A Gaita do Falecido
05
Vou Deixar Saudade
06
Destino de Peão
07
Baile da Encruzilhada
08
Chamarrita de Galpão
09
Já Fui Bom
10
Saudades da Minha Terra
11
Alegria do Rincão
12
Sereno da Madrugada
13
Mané Romão
14
Lá nos Meus Pagos
15
Morena Linda
Já Fui Bom
Recordando meu passado até me dói no coração
No tempo de moço novo fui um gaúcho pimpão
Eu laçava nas coxilhas, derrubava nos galpão
Coisa que eu mais gostava era montar num redomão
Gauchadas que fazia hoje j não faço mais
Quem atende a fazenda é o zequinha, o capataz;
De montar num potro xucro nem isso eu sou capaz
Só me resta a lembrança dos meus tempos de rapaz.
Quando chegava mês de setembro quando esquenta o tempo
Eu saia nas fazenda com meu lacinho nos tentos
No meu cavalo tostado e o meu cachorro corta vento
Trabalhava o mês inteiro, tinha sorte e muito atento
As vezes lá na fazenda em baixo do caramanchão
Bebendo, ai um acanha ou tomando um chimarrão
Eu conto minhas proezas pros rapazes e os peões
Me lembro daqueles tempos que nunca mais voltarão.
De bota, bombacha e espora é assim que eu fui criado
De coxilha em coxilha em meu cavalo montado;
Hoje toco minha gaita e muito tenho viajado
Por esse brasil afora eu muito tenho cantado.
Mas quando eu vejo um ginete ou gaúcho numa festa
A saudade no meu peito de mansinho manifesta
Recordando meu passado quebro meu chapéu na testa
Eu também já fui bom é o consolo que me resta.
No tempo de moço novo fui um gaúcho pimpão
Eu laçava nas coxilhas, derrubava nos galpão
Coisa que eu mais gostava era montar num redomão
Gauchadas que fazia hoje j não faço mais
Quem atende a fazenda é o zequinha, o capataz;
De montar num potro xucro nem isso eu sou capaz
Só me resta a lembrança dos meus tempos de rapaz.
Quando chegava mês de setembro quando esquenta o tempo
Eu saia nas fazenda com meu lacinho nos tentos
No meu cavalo tostado e o meu cachorro corta vento
Trabalhava o mês inteiro, tinha sorte e muito atento
As vezes lá na fazenda em baixo do caramanchão
Bebendo, ai um acanha ou tomando um chimarrão
Eu conto minhas proezas pros rapazes e os peões
Me lembro daqueles tempos que nunca mais voltarão.
De bota, bombacha e espora é assim que eu fui criado
De coxilha em coxilha em meu cavalo montado;
Hoje toco minha gaita e muito tenho viajado
Por esse brasil afora eu muito tenho cantado.
Mas quando eu vejo um ginete ou gaúcho numa festa
A saudade no meu peito de mansinho manifesta
Recordando meu passado quebro meu chapéu na testa
Eu também já fui bom é o consolo que me resta.