Letra de Das Salamancas - Eraci Rocha e Grupo Turuna - Califórnia da Canção Nativa
Lado A
01
Tertúlia - Leonardo e Os Serranos
02
Descaminho - Marco Aurélio Vasconcellos e Os Posteiros
03
Não Podemo Se Entregá Pros Home - Leopoldo Rassier e Os Tiarajús
04
Das Salamancas - Eraci Rocha e Grupo Turuna
05
Sucessão - Luiz Carlos Borges e Grupo Ana Terra
06
Onde o Cantor Expõe as Razões do Seu Canto - Mário Barbará com Part. Enio Rodrigues
Lado B
01
Campesina - Mário Barbará e Grupo Saracura
02
Faz de Conta - Cesar Scout e Grupesquisa
03
Redomona - Luiz Carlos Borges e Grupo Musicanto
04
Linha de Espera - Ivanize Rezende e Grupo
05
Fio do Tempo - Marco Aurélio Vasconcellos e Os Posteiros
06
Picardia - Eraci Rocha e Grupo
Das Salamancas - Eraci Rocha e Grupo Turuna
Das salamancas dos gabinetes
Estranhos ventos te ameaçam
Coxilha agora é um perigo
Já vem do céu o inimigo
Tafonas brancas e saladeiros
Por razões bem conhecidas
Estão vazios, sem movimento
Lá fora o vento devora vidas
Devora vidas lá fora o vento
Devora o vento lá fora vidas
O pala que te protege
Da geada e do minuano
Contra a garoa da radiação
Não vale nada porque é de pano
Porque é de pano não vale nada
De nada vale porque é de pano
Montado em um foguete
Vai o ginete buscar resposta
Nos quatro cantos do continente
Todos esperam nova proposta
E as nebulosas contêm segredos
Em potros lerdos ninguém aposta
Ninguém aposta porque são lerdos
Porque são lerdos ninguém aposta
Ninguém aposta porque são lerdos
Porque são lerdos ninguém aposta
Ninguém aposta porque são lerdos
Porque são lerdos, porque são lerdos...
E o se o fantasma deste ginete
Trouxer sementes quando voltar
Nos intervalos dos campos santos
O recomeço terá lugar
Terá lugar por ser começo
Por ser começo terá lugar
Terá lugar por ser começo
Por ser começo terá lugar
Terá lugar por ser começo
Por ser começo, por ser começo...
Estranhos ventos te ameaçam
Coxilha agora é um perigo
Já vem do céu o inimigo
Tafonas brancas e saladeiros
Por razões bem conhecidas
Estão vazios, sem movimento
Lá fora o vento devora vidas
Devora vidas lá fora o vento
Devora o vento lá fora vidas
O pala que te protege
Da geada e do minuano
Contra a garoa da radiação
Não vale nada porque é de pano
Porque é de pano não vale nada
De nada vale porque é de pano
Montado em um foguete
Vai o ginete buscar resposta
Nos quatro cantos do continente
Todos esperam nova proposta
E as nebulosas contêm segredos
Em potros lerdos ninguém aposta
Ninguém aposta porque são lerdos
Porque são lerdos ninguém aposta
Ninguém aposta porque são lerdos
Porque são lerdos ninguém aposta
Ninguém aposta porque são lerdos
Porque são lerdos, porque são lerdos...
E o se o fantasma deste ginete
Trouxer sementes quando voltar
Nos intervalos dos campos santos
O recomeço terá lugar
Terá lugar por ser começo
Por ser começo terá lugar
Terá lugar por ser começo
Por ser começo terá lugar
Terá lugar por ser começo
Por ser começo, por ser começo...