Letra de Baile Xucro - Jaime Ribeiro e Os Bentevis - Califórnia da Canção Nativa
Lado A
01
Veterano - Leopoldo Rassier e Conjunto
02
Romance Na Tafona - Luiz Carlos Borges e Grupo Horizonte
03
Recuerdos da 28 - Juarez Brasil e Grupo Os Gaudérios
04
Pago Perdido - Gelson Manzoni e Grupo
05
O Mangrulho - Jorge André e Grupo Uruchês
06
Baile Xucro - Jaime Ribeiro e Os Bentevis
Lado B
01
Semeadura - Vitor Ramil e Grupo Tribo
02
Pelo Duro - Maria Luiza Benites, Grupo Afro Latino e Grupo Cultura Fantango
03
Lições da Terra - Carlos Leandro e Grupo Horizonte
04
Queimada - Miguel Gonzales, Grupo Uruchês e Cide Guez
05
Entardecer - Gelson Mazoni e Conjunto
06
Ofício Solidão - Oristela Alves e Os Uruchês
Baile Xucro - Jaime Ribeiro e Os Bentevis
A quanto tempo não se vê uma oito baixos
Resmungando num galpão
Churumingando no bugio e na vaneira
Como antes era neste chão.
Em cada canto do galpão um candeeiro
Num luzque-fusque de luz fraca e de poeira
E a voz crioula da cordeona noite a dentro
Se afundava nas campanhas da fronteira.
Meu pensamento galopeia tempo a fora
Me relembrando das festanças do rincão
Ainda me sinto um piazote de campanha
Cantando versos na polca relação.
O baile xucro pouco a pouco foi morrendo
Não se vê mais a oito baixos num galpão
Mas sempre há de renascer tua lembrança
Prá que não morra os costumes deste chão.
Resmungando num galpão
Churumingando no bugio e na vaneira
Como antes era neste chão.
Em cada canto do galpão um candeeiro
Num luzque-fusque de luz fraca e de poeira
E a voz crioula da cordeona noite a dentro
Se afundava nas campanhas da fronteira.
Meu pensamento galopeia tempo a fora
Me relembrando das festanças do rincão
Ainda me sinto um piazote de campanha
Cantando versos na polca relação.
O baile xucro pouco a pouco foi morrendo
Não se vê mais a oito baixos num galpão
Mas sempre há de renascer tua lembrança
Prá que não morra os costumes deste chão.