Letra de A Maré Não Tá Pra Peixe - Velho Milongueiro
Disco A
01
PC
02
Soltando Rouquidão
03
Maria Gasolina
04
A Garagem
05
Versinhos de Antigamente
06
Carta Apaixonada
07
A Maré Não Tá Pra Peixe
08
Do Jeito Que Sou
09
Cantor da Mata
10
Urucubaca
11
Defeitos Que Não Tenho
12
Tô Ficando Velho
Disco B
01
Ferro Velho
02
A Filha da Mariana
03
O Mexe-mexe da Menina
04
Tanto a Pé Como a Cavalo
05
Meu Jornal
06
Distante da Mulher Querida
07
Cavaleiro do Espaço
08
Meu Laço
09
Coisas Que Deus Me Deu
10
Não Vale a Pena
11
Mundo Sonhado
12
Pendurando as Chuteiras
A Maré Não Tá Pra Peixe
Você anda dizendo por aí
Que eu não sou mais homem pra você
Me enche de defeito todo dia
O que faço bom você não vê
Bem sei que você é testemunha
Do quanto pra nós dois eu tenho feito
Por isso nada disso faz sentido
Não tenho mais razão de ser marido
De alguém que nem me dá esse direito.
Você que sabe melhor não me querendo, me deixe
Vai cuidar da sua vida e depois não se queixe
Dá um fim dessa lambança, tu não é mais criança
E a maré não tá pra peixe
Eu sempre ouvi dizer que o amor é cego
Mas isso é falta de respeito
Eu acho que cheguei até o limite
E a coisa como está eu não aceito
Por isso é melhor pensar um pouco
Pra gente não cair em desespero
Que hoje em diante vou cantar de galo
E quem não aceitar tudo que falo
Terá que abandonar o terreiro
Que eu não sou mais homem pra você
Me enche de defeito todo dia
O que faço bom você não vê
Bem sei que você é testemunha
Do quanto pra nós dois eu tenho feito
Por isso nada disso faz sentido
Não tenho mais razão de ser marido
De alguém que nem me dá esse direito.
Você que sabe melhor não me querendo, me deixe
Vai cuidar da sua vida e depois não se queixe
Dá um fim dessa lambança, tu não é mais criança
E a maré não tá pra peixe
Eu sempre ouvi dizer que o amor é cego
Mas isso é falta de respeito
Eu acho que cheguei até o limite
E a coisa como está eu não aceito
Por isso é melhor pensar um pouco
Pra gente não cair em desespero
Que hoje em diante vou cantar de galo
E quem não aceitar tudo que falo
Terá que abandonar o terreiro