Letra de Me Tapo De Nojo - Lobisomem
Disco A
01
Me Tapo De Nojo
02
Não Faz Isso Pro Pai
03
CPI Na Fazenda
04
Bumbum Com Bumbum
05
Vou Te Paga Com Galinha
06
Tá Tudo Tri
07
Dá Dinheiro, Pai
08
Zóio No Meu Zóio
09
Sentimental é Meu Cavalo
10
Pirado Piradão
11
Ainda Resta O Furo
12
Trocando Tudo
13
Us Detal
14
O Véio Só Come a Véia
15
Caminhão Do Ricardo
16
Baile Na Praia
17
Amor Sem Fronteira
18
Patrãozinho
Disco B
01
Revirando Os Gravetos
02
O Clone é Humano
03
Mais Feio, Menos Bobo
04
Abaixo Assinado
05
Oia O Pai
06
Nunca Mais Eu Como A Kg
07
Atacado Das Bichas
08
Nóis Ta Na Net
09
Galinheiro Nunca Mais
10
Os Filhos Da Mãe
11
Avental De Machão
12
Os Dois Piriri
13
Repão
14
Vão a América
15
Reformando o Galpão
16
É Gol
17
Não Volto
Me Tapo De Nojo
Conheci um vivente esses dias
se dizia tradicionalista
eu não posso dizer o seu nome
mas agora eu vou dar uma pista
eu levei o índio na fazenda
com seu jeito ele estava intrigado
avistou meu rebanho de ovelha
parou e me disse: tchê bagual
como tá lindo esse teu gado!
encilhei dois cavalos dos bons
pra nós dois dar uma campereada
o índio velho tapeou o chapéu
como quem vai dar uma geneteada
e no mais já saltou pra mangueira
nas esporas ficou maneado
resvalou e sentou no esterco
levantou e me disse:
tchê bagual como eu tô destreinado!
o índio velho montava de um lado
e no outro caía de lombo
com jeitinho ajeitava as bombachas
e partia para um novo tombo
logo vi que o vivente era cru
pois valeta pra ele era vinco
não aguentando se desmunhecou
e chorando gritou:
tchê bagual perdi meu brinco!
este quera é parente de um outro
que chegou lá em uruguaiana
pra mostrar seu trabalho no palco
meio zonzo e não era de cana
na barraca que ele acampou
pareceia maria fumaça
e no palco fazia um gritedo
e dizia pro povo:
seguinte, esto é nativismo massa!
//repete
e no palco ele faz um gritedo
se boleia, se rasga e se arranha
//repete
e o que mais me tapa de nojo
é que um louco desses as vez até ganha
se dizia tradicionalista
eu não posso dizer o seu nome
mas agora eu vou dar uma pista
eu levei o índio na fazenda
com seu jeito ele estava intrigado
avistou meu rebanho de ovelha
parou e me disse: tchê bagual
como tá lindo esse teu gado!
encilhei dois cavalos dos bons
pra nós dois dar uma campereada
o índio velho tapeou o chapéu
como quem vai dar uma geneteada
e no mais já saltou pra mangueira
nas esporas ficou maneado
resvalou e sentou no esterco
levantou e me disse:
tchê bagual como eu tô destreinado!
o índio velho montava de um lado
e no outro caía de lombo
com jeitinho ajeitava as bombachas
e partia para um novo tombo
logo vi que o vivente era cru
pois valeta pra ele era vinco
não aguentando se desmunhecou
e chorando gritou:
tchê bagual perdi meu brinco!
este quera é parente de um outro
que chegou lá em uruguaiana
pra mostrar seu trabalho no palco
meio zonzo e não era de cana
na barraca que ele acampou
pareceia maria fumaça
e no palco fazia um gritedo
e dizia pro povo:
seguinte, esto é nativismo massa!
//repete
e no palco ele faz um gritedo
se boleia, se rasga e se arranha
//repete
e o que mais me tapa de nojo
é que um louco desses as vez até ganha