Letra de Santuário Galponeiro - Volmir Dutra e Grupo Criado em Galpão

Santuário Galponeiro

Quando no sul os violões fazem costados pras gaitas
Os tauras dançam faceiros nos braços das sirigaitas;
É chimango e maragato sob a mesma bandeira
Irmanando a pampa à pátria no meio da polvadeira.

É o chão batido dos taitas sovado a bota e gaitaço
No sonhar de uma vanera repinicada no aço
Um marco da tradição na doutrina do gaúcho
É a marca bem campeira de um povo que não tem luxo.

É um santuário nativo num culto as tradições
Revivendo um passado evocado nos galpões
Presente na gauchada, filhos da raça caudilha
Palanque desta invernada um cerne de corunilha.

É o chão batido dos taitas...

Bebedouro de uma tropa que há muito vem repontada
Lambendo sal deste chão sem nunca ter estourada
Rodeio de peões e prendas nas estâncias galponeiras
Surungo da indiada guapa das puras lides campeiras.

É o chão batido dos taitas...
Expressões Regionais nesta letra

Mais álbuns de Volmir Dutra e Grupo Criado em Galpão

Capa do álbum Bom de Baile
CD 2013
Volmir Dutra e Grupo Criado em Galpão
Bom de Baile
Capa do álbum Baile de Rodeio
CD 2017
Volmir Dutra e Grupo Criado em Galpão
Baile de Rodeio
Capa do álbum Filosofia de Canto
CD 2018
Volmir Dutra e Grupo Criado em Galpão
Filosofia de Canto