Letra de Santuário Galponeiro - Volmir Dutra e Grupo Criado em Galpão
Disco A
01
De Campo e de Mato
02
Suando a Picanha
03
Um Paisano Domador
04
Nos Campos Verdes do Sul
05
Santuário Galponeiro
06
Farrancho
07
Bombeando o Tranco da Tropa
08
Sou Louco Por Ela
09
Anoitecer no Pampa
10
Se Guasqueando Pra os Dois Lados
11
Um Mate a Dois
12
Quando Vem Cantando os Galos
13
Pra Desfilar em Livramento
14
Ao Trote Noite a Dentro
Santuário Galponeiro
Quando no sul os violões fazem costados pras gaitas
Os tauras dançam faceiros nos braços das sirigaitas;
É chimango e maragato sob a mesma bandeira
Irmanando a pampa à pátria no meio da polvadeira.
É o chão batido dos taitas sovado a bota e gaitaço
No sonhar de uma vanera repinicada no aço
Um marco da tradição na doutrina do gaúcho
É a marca bem campeira de um povo que não tem luxo.
É um santuário nativo num culto as tradições
Revivendo um passado evocado nos galpões
Presente na gauchada, filhos da raça caudilha
Palanque desta invernada um cerne de corunilha.
É o chão batido dos taitas...
Bebedouro de uma tropa que há muito vem repontada
Lambendo sal deste chão sem nunca ter estourada
Rodeio de peões e prendas nas estâncias galponeiras
Surungo da indiada guapa das puras lides campeiras.
É o chão batido dos taitas...
Os tauras dançam faceiros nos braços das sirigaitas;
É chimango e maragato sob a mesma bandeira
Irmanando a pampa à pátria no meio da polvadeira.
É o chão batido dos taitas sovado a bota e gaitaço
No sonhar de uma vanera repinicada no aço
Um marco da tradição na doutrina do gaúcho
É a marca bem campeira de um povo que não tem luxo.
É um santuário nativo num culto as tradições
Revivendo um passado evocado nos galpões
Presente na gauchada, filhos da raça caudilha
Palanque desta invernada um cerne de corunilha.
É o chão batido dos taitas...
Bebedouro de uma tropa que há muito vem repontada
Lambendo sal deste chão sem nunca ter estourada
Rodeio de peões e prendas nas estâncias galponeiras
Surungo da indiada guapa das puras lides campeiras.
É o chão batido dos taitas...