Letra de Surungo de Fronteira - Grupo Renascença
Disco A
01
Surungo de Fronteira
02
Suplica de Saudade
03
Dançando Com Você
04
Canto de Taura
05
Romance da Lua
06
No Lombo da Vanera
07
No Estilo Campeiro
08
Serenata Campeira
09
No Balanço da Vanera
10
Eu e a Saudade
11
Vício de Você
12
Bailando o Chamamé
13
Estilo do Meu Rincão
14
Baile de Bacudo
15
Batendo o Mango
Surungo de Fronteira
Chega de lida, boto um lenço de chimango,
E me vou para um fandango,
Lá na costa do uruguai...
Pego a sanfona, tiro folga de ginete,
Passo lá no alegrete,
Pra ver se a minha prenda vai...
Num upa e upa eu já chego no farrancho,
Gosto de baile de rancho,
Desses de luz de candeeiro...
Chego na porta, me benzo pra santa rita,
Onde tem moça bonita,
Eu me meto no entrevero.
Puxa que puxa, esta gaita galponeira, em surungo de fronteira,
Ninguém fica sem dançar...
E dê-lhe fole, sanfoninha fandangueira,
Que esse embalo de vaneira,
Vai até o sol raiar...
Êta fandango, de gaitaço e de pandeiro,
Sempre tem um missinoeiro,
Pra soltar um sapucay...
E a peonada não se importa da distância,
Quando tem uma festança,
Nesta costa do uruguai...
Braços de china, quem não sabe, não sem mete,
Prende mais que aquele brete,
Tira cisma de roceiro...
Na despedida, uma prenda redomona,
Fica pedindo carona,
Na garupa do estradeiro.
E me vou para um fandango,
Lá na costa do uruguai...
Pego a sanfona, tiro folga de ginete,
Passo lá no alegrete,
Pra ver se a minha prenda vai...
Num upa e upa eu já chego no farrancho,
Gosto de baile de rancho,
Desses de luz de candeeiro...
Chego na porta, me benzo pra santa rita,
Onde tem moça bonita,
Eu me meto no entrevero.
Puxa que puxa, esta gaita galponeira, em surungo de fronteira,
Ninguém fica sem dançar...
E dê-lhe fole, sanfoninha fandangueira,
Que esse embalo de vaneira,
Vai até o sol raiar...
Êta fandango, de gaitaço e de pandeiro,
Sempre tem um missinoeiro,
Pra soltar um sapucay...
E a peonada não se importa da distância,
Quando tem uma festança,
Nesta costa do uruguai...
Braços de china, quem não sabe, não sem mete,
Prende mais que aquele brete,
Tira cisma de roceiro...
Na despedida, uma prenda redomona,
Fica pedindo carona,
Na garupa do estradeiro.